14
Mar 12

Traidor da BBC admite viés em favor dos maometanos

O director geral da BBC Mark Thompson alegou que o Cristianismo é tratado com menos sensibilidade que as outras religiões porque a mesma tem "ombros largos".

Ele sugeriu também que as outras confissões religiosas "possuem uma identidade muito próxima com minorias étnicas" e como tal eram tratadas com maior cuidado pela emissora.

Mas ele admitiu também que os produtores levam em consideração a possibilidade de "ameaças violentas" como consequência de certos tipos de sátiras. Thompson disse:

Sem dúvida que é diferente alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis" e outro alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis e fique sabendo que estou a carregar a minha AK47 enquanto falamos".

Sem dúvidas que isto aumenta o risco.

Mas ele afirmou também que a religião no seu todo nunca deveria receber a mesma "protecção e sensibilidade" oferecida à etnia.

Fonte


* * * * * * * *

Portanto, BBC = cobardes.

publicado por Mats às 16:02 | comentar | ver comentários (18)
12
Mar 12

Os bárbaros tomam conta de Londres

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia" - Jeremias 6:23

Lisa Brinkworth diz-nos em poucos parágrafos como vai ser futuro da Europa.


Caminhando para casa proveniente da escola, os meus dois filhos - então com 4 e 5 anos de idade - comiam bolos Rice Krispie enquanto eu empurrava o carrinho de mão onde se encontrava o seu irmão. Normalmente a esta hora (15:30), nesta parte de Londres onde vivemos, os pavimentos estão cheios de crianças e carrinhos de mão. Esta área (noroeste de Londres), com as suas estradas com 3 vias, famílias inteligentes e boas escolas, é muito popular entre as famílias jovens.

Tínhamos acabado de passar pelo quiosque onde se vendem jornais - o meu filho com uma revista firme nas suas mãos - quando subitamente nos encontramos no meio de 12 jovens encapuçados que perseguiam uma rapariga que não parecia ter mais do que 14 anos.

Um dos jovens agarrou nela e começou a agredi-la com um guarda-chuva, mas ela conseguiu fugir. Os jovens perseguiram-na, atirando garrafas e gritando obscenidades. Parecia que eles queriam matá-la.

Agarrando nos meus filhos e empurrando de modo frenético o carrinho com a outra mão, apressei-me a levá-los para casa o mais rapidamente possível. Para horror meu, um dos meus filhos (Zach) libertou-se e inocentemente correu de volta para o sítio que era agora um palco de guerra no relvado. Ele havia deixado cair a sua revista e a mesma havia sido pisada e as suas páginas espalhadas.

Ignorando por completo o que se passava em seu redor, ele tentou recolher as páginas espalhadas ao mesmo tempo que as lágrimas escorriam pela sua cara. Assustada por ele, e à medida que mais membros de gangues se aproximavam, puxei o carrinho (e o meu filho de 5 anos) para o sítio onde Zach se encontrava.

Ouvi-me a gritar quando uma garrafa passou pouco acima da cabeça do Zach, falhando-o por milímetros, partindo-se no chão. Mais tarde encontrei cacos nos seus sapatos.

Depois disto, fiz o que nunca pensei fazer: corri, agarrada aos meus aterrorizados filhos. Totalmente em pânico, perdi o controle do carrinho de mão o que por duas vezes quase causou a que o mesmo tombasse. Os nossos bolos entornaram-se por todo o pavimento.

Obviamente que correr foi uma decisão errada uma vez que atraí a atenção dos jovens para a minha família em fuga; um dos sub-grupos perseguiu-nos ao mesmo tempo que gritavam "apanhem os brancos!".

Observando o drama a desenrolar à sua frente, os transeuntes e os locais apressaram-se a entrar nas suas casas ou a buscar protecção nas entradas das suas residências.

Chegamos a casa e eu tirei o meu filho (que chorava) do carrinho de bebé e practicamente atirei os meus filhos para dentro de casa - trancando a porta atrás de nós. As minhas pernas tinham-se transformado em gelatina e um peito sem fôlego e escaldante convenceu-me que estava a ter um ataque do coração.


(Fonte)

Quer eles queiram ou quer eles não queiram, o avanço do marxismo cultural e a importação em massa de grupos ideológicos com desdém pela ordem e cultura ocidental leva a que os nativos europeus tenham duas escolhas horríveis:

  • Ou começam a deportar os bárbaros agora ou lutam uma guerra brutal mais tarde.

Não há outra opção.

Os africanos não podem ser culpados por seguirem a cultura africana, os mexicanos não podem ser culpados por seguirem a cultura mexicana, e os muçulmanos não podem ser culpados por agirem de acordo com os ensinamentos do islão. As pessoas não se deveriam surpreender pelo facto dos não-europeus e não-ocidentais não agirem como os europeus - estes últimos domesticados através de mais de 2,000 anos de civilização ocidental.

Porque é que os não-europeus haveriam de querer adoptar comportamentos europeus? Pior, porque é que eles deveriam seguir a civilização Judaico-Cristã / greco-romana?

Devido ao medo de serem qualificados de "racistas" e buscando formas de redenção por séculos de colonialismo, os residentes europeus permitiram que os marxistas culturais que controlam a política europeia inundassem os seus países com bárbaros.

Em vez dos europeus civilizarem os imigrantes, como foi estupidamente imaginado, os imigrantes barbarizaram de modo incremental as nações que eles invadiram em massa. Isto não deveria ser surpreende uma vez que há centenas de anos as tentativas de civilização nos seus próprios países tem falhado.

O problema não é que os africanos ou os mexicanos ou os árabes não possam ser domesticados - ou que os brancos europeus tenham o monopólio do gene da civilização.

O problema é que este processo de civilização demora tempo.

Consideramos, por exemplo, quanto tempo foi necessário para que os bárbaros brancos da Grã-Bretanha e da Germânia passassem de pagãos semi-nus, como descrito por Júlio César, para o pináculo da civilização Cristã que produziu Mozart e orquestras de câmara.

As nações ocidentais não têm o tempo necessário para transformar os bárbaros de outras culturas em grupos dispostos a respeitar a superior civilização ocidental, especialmente quando as primeiras já nem podem servir de exemplo estável e forte, havendo convidado as culturas bárbaras para dentro das suas portas.

Além disso, na sua ridícula tentativa de civilizar os bárbaros dentro das suas portas (e não nos seus países de origem), a elite esquerdista ocidental fragilizou a influência preciosa e única do Cristianismo - que historicamente desempenhou um papel determinante na civilização dos bárbaros brancos europeus.

A mulher descrita no artigo mudou-se para o campo como forma de escapar dos bárbaros encapuçados negros de Londres. No entanto, e como demonstram os dados históricos, este recuo da civilização não vai continuar para sempre uma vez que os bárbaros simplesmente irão expandir as suas disfuncionais e parasíticas culturas até que sejam contidos e forçados a recuar.

Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco de votantes permanente. Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada.

A civilização Cristã precisa dum novo Jan III Sobieski. Aliás, como forma de evitar a destruição, todas as civilizações precisam do seu Qin Shi Huang ou do seu Carlos Magno. O problema é: será que a civilização ocidental merece ser salva?

A destruição da civilização ocidental é boa para o marxismo


publicado por Mats às 14:06 | comentar | ver comentários (35)
10
Mar 12

Adoradores do deus árabe Alá profanam cemitério Cristão

Após virem a lume actos de vandalismo especialmente dirigidos a propriedades não-muçulmanas, a liderança líbia pediu desculpas depois de homens armados profanarem sepulturas de tropas britânicas mortas durante a 2ª Guerra.

Gravação amadora dos ataques mostra homens a darem pontapés nas lápides dum cemitério e a usarem martelos para partir uma cruz de metal. Durante a gravação ouve-se um dos homens a dizer "Este é um túmulo dum Cristão" à medida que arranca uma pedra tumular do chão.

Outra voz da gravação afirma que as pessoas enterradas no cemitério "são cães".

Os ataques ocorreram na cidade oriental de Benghazi, perto do local onde os britânicos e as formas da Commonwealth lutaram de forma agressiva contras as tropas alemãs e italianas durante a guerra de 1939-54.

Fonte

É por estas e por outras que os muçulmanos são alvo de desconfiança por todo o mundo. Nem depois de mortos os Cristãos são deixados em paz por parte dos adoradores do deus árabe Alá.

publicado por Mats às 22:20 | comentar | ver comentários (1)

A impureza ideológica do José Manuel

O Dr. José Manuel Pureza é um daqueles esquerdistas que tenta elevar o violento movimento feminista para patamares que não lhe pertencem. Esta forma de pensar chega a tal ponto que a dada altura ele tenta fazer um paralelismo entre o genuíno sofrimento a que os negros foram alvo durante a escravatura e a "opressão" que as mulheres "sofreram" no passado.

Escrevendo para o "Diário de Notícias", e republicado no site "Esquerda.Net", ele declara:

Sempre me causaram grande incómodo os depoimentos de mulheres que afirmam "eu cá não sou feminista porque nunca me senti discriminada."
Porque é que isto lhe causa "grande incómodo? Ele explica:
Reduzir a História a uma condição pessoal é um malabarismo que confunde as coisas.
Portanto, as mulheres tem a obrigação de se juntarem à carruagem feminista porque alguém lhes disse que o patriarcado maligno "oprimiu" as mulheres durante séculos e séculos.
Martin Luther King não precisou de ser escravo para saber que os negros eram efectivamente discriminados e de assumir a luta contra essa discriminação como a causa da sua vida. O conhecimento da realidade obriga-nos a escolhas. Isso basta.
Martin Luther King lutou pela término da descriminação de pessoas; o feminismo luta pela fim da "descriminação" das mulheres que se identificam com o esquerdismo. O feminismo não defende mulheres conservadoras, como se pode ver neste artigo. Logo, a comparação não é válida.

Além disso, elas não lutam pelo fim da descriminação que existe contra os homens. Se assim fosse, elas fariam algo para acabar com a descriminação que existe no sistema legal português nos casos de divórcio.

Mais incómodo me causam aquelas expressões tão triviais de homens que dizem: "Feminismo? Deve haver engano: isso é com elas." O feminismo não é coisa de mulheres. É coisa da democracia.
Não, o feminismo não é "coisa de democracia". Se assim fosse, as feministas centrariam a maior parte dos seus esforços nas zonas do mundo onde a democracia é menor e onde a mulher é tratada de pior forma: nos países islâmicos.
São feministas - mulheres e homens - aquelas/es que olham para a sociedade e vêem nela o apoucamento das mulheres por serem mulheres.
Não é preciso alguém identificar-se com o violento movimento feminista para levar a cabo esforços que visem dar a mulher a liberdade para escolher o caminho que quer dar à sua vida. Pelo contrário, uma vez que o feminismo practicamente obriga as mulheres a escolher uma só via (isto é, trabalhar, fora de casa), podemos concluir que é o movimento feminista que está a levar a cabo um certo tipo de "apoucamento das mulheres por serem mulheres."
E que diagnosticam nessa discriminação a presença de relações de poder antigas, culturalmente entranhadas, que aberta ou subtilmente reservam para as mulheres um lugar subalterno no terreno social.
Para quem não entendeu, o esquerdista está a criticar o Cristianismo no seu todo, a Igreja Católica em particular. Essencialmente, o que ele quer dizer é que esses "poderes antigos" (= Cristianismo) de uma forma ou outra "reservaram para as mulheres" um lugar "subalterno" no terreno social, coisa que - diz-no o José - não é o que as mulheres querem.

Para começar, não há nada de "subalterno" em escolher ficar em casa a tomar conta dos filhos - e da casa - enquanto um homem lhe paga todas as dívidas. Para qualquer pessoa não ébria com o esquerdismo, este arranjo é claramente benéfico para quem pode. Dada a possibilidade, quantos de nós não escolheria ficar a viver numa casa paga por outra pessoa? Quantos de nós escolheria abandonar os filhos e ir trabalhar se tivesse a possibilidade de subsistir ficando em casa com os filhos?

O José, tal como as ignorantes feministas, qualifica isso de forma negativa - demonstrando logo que essa opção tem que ser removida do leque de escolhas das mulheres. Lembrem-se disto a próxima vez que um esquerdista ignorante disser que o feminismo "liberou" as mulheres.

Segundo: o José, desconhecedor da forma de pensar feminina, assume que a escolha feminina de ficar em casa é fruto de algum tipo de opressão "patriarcal" (os tais "poderes antigos" a que ele alude). Não lhe passa pela cabeça esquerdista que as mulheres realmente ESCOLHAM ficar junto dos filhos em vez de ficarem o dia todo fechadas num escritório.

Segue-se o testemunho duma mulher grávida:

Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles.

Adorei todos os momentos que passei com eles.

Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez.

Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria.

Mas a medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé. Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos.

Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos.

Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.

Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].

Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?

Aparentemente esta mulher sofre de algum tipo de "opressão" dos "poderes antigos" por querer ficar junto dos seus filhos. É um triste sinal dos tempos quando uma mãe se sente culpada por querer ficar junto dos seus próprios filhos. Por aqui se vê o quão devastadora tem sido a influência do feminismo sobre a forma de pensar feminina.
Há quem ainda o faça à bruta - as 14 700 queixas de violência doméstica apresentadas à polícia só no primeiro semestre do ano passado atestam-no bem.
Violência doméstica contra quem? Mulheres? É que ao contrário do que o José e a sua alcateia de lobos ideológicos pensa, a violência doméstica é um fenómeno que aflige pessoas e não mulheres. Por exemplo, em Inglaterra, 40% dos casos de violência doméstica é feita contra os homens. Isto deixa 60% para ser divida entre violência doméstica levada a cabo contra mulheres e crianças.

E que dizer da violência doméstica que as mulheres levam a cabo contra as crianças?

Pior que isso, nós temos até casos onde feministas defendem que a violência levada a cabo contra os homens é moralmente aceitável em algumas situações:

Esta forma de pensar esquerdista do José é igual por todo o mundo ocidental. Como a sua genuína mensagem misândrica é demasiado agressiva para ser aceite sem resistência, as feministas e os seus idiotas úteis penetram no nosso dia a dia (com o seu ódio) usando o discurso da "violência doméstica".

Mas isto é tudo fachada visto que as feministas não querem reduzir a violência que as mulheres sofrem; o que elas querem é usar essa desgraça para avançar com a sua ideologia.

Quanto tempo duraria o feminismo se as pessoas soubessem o que ele realmente é? Eis o feminismo nas suas palavras.

Valerie Solanas:

Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino.
Robin Morgan:
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime.
(Reparem na retórica marxista na boca da Solanas e da estúpida da Morgan.)

Andreia Dworkin:

Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco.
Germaine Greer:
Acho que a testosterona é um veneno raro.
Catherine MacKinnon:
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher.
Marilyn French:
Todos os homens são violadores e é isso que eles são.

Se as feministas revelassem ao público o que elas realmente pensam do homem e das mulheres não-esquerdistas, o movimento feministas teria a mesma credibilidade que o movimento neo-nazi.

O José continua:

Que a crise financeira que nos dilacera esteja a ter impactos diferenciados sobre mulheres e homens, com o fosso salarial médio na União Europeia a atingir os 16% e com as pensões de velhice das mulheres a serem 59% das pagas a homens, que em Portugal uma mulher tenha em média de trabalhar mais quatro meses do que um homem para atingir o salário anual dele em idênticas funções - são razões de sobra para a consciência de que o feminismo é um dos discursos mais cruciais da democracia no nosso tempo.
Dito desta forma de facto parece que a sociedade está a descriminar as mulheres ao pagar-lhe menos do que paga aos homens. Quem é que quer viver num mundo assim? Mas como acontece com os esquerdistas, há factos que não são levados em conta. Na verdade, se existe descriminação, ela é feita contra os homens e não contra as mulheres.
  • Nas forças policiais as mulheres não fazem o mesmo tipo de testes físicos e nem estão expostas ao mesmo tipo de perigo, mas esperam receber exactamente o mesmo que os homens.
  • Nos bombeiros as mulheres não fazem os mesmos testes físicos, e nem são expostas ao mesmo tipo de perigo, mas esperam receber o mesmo.
  • Na tropa as mulheres são geralmente impedidas de estar na frente de batalha, mas esperam receber o mesmo que os homens, que morrem em número absurdamente maior.

Onde está a igualdade nisto?

Quando se fala em distinções salariais os esquerdistas geralmente falam em qualificações e posições mas deixam de lado outro factor importante: PRODUTIVIDADE. Quem já teve homens e mulheres a trabalhar para si sabe que, em média, os homens são mais produtivos.

A meu ver isto não se deve a algum tipo de superioridade intelectual dos homens mas sim resistência física. Quer se queira quer não, até passar um dia inteiro fechado num escritório pode deixar uma pessoa esgotada. É perfeitamente compreensível que os homens resistam mais tempo e - desde logo - produzam mais do que as mulheres.

Além disso, segundo alguns estudos, as mulheres em média vão trabalhando menos horas à medida que começam a ter filhos. Isto leva a que os homens avancem na sua carreira ao mesmo tempo que as mulheres estagnem na sua. Isto, claro, levando em conta pessoas que tenham as mesmas qualificações profissionais.

Como se pode ler no artigo:

Isto é o que os autores descobriram: pouco depois do licenciamento universitário os homens e as mulheres não só tinham essencialmente o mesmo salário como também a mesma carga horária. No entanto, durante os 10 anos que se seguiram à graduação, as horas de trabalho e a remuneração das mulheres decaiu. Perguntas do questionário revelaram as razões para isto:
  • Primeiro, os homens haviam investido em cursos financeiros e recebido melhores notas nesses cursos, ao mesmo tempo que as mulheres haviam investido em aulas de marketing.
  • Segundo, as mulheres haviam tido mais interrupções nas suas carreiras.
  • Terceiro, e a mais importante, as mulheres trabalhavam menos horas.
"As carreiras das mulheres MBA (mestradas em administração de empresas) atrasaram-se substancialmente pouco depois do nascimento do primeiro filho."
Embora 90% das mulheres estivesse empregue a tempo inteiro imediatamente após a graduação, apenas 80% das mesmas continuava com a mesma carga horária 5 anos após a licenciatura, 70% 9 anos depois, e 62% 10 ou mais anos depois da graduação. Apenas metade das mulheres trabalhava a tempo inteiro 10 anos após a sua licenciatura.

Por contraste, practicamente todos os homens graduados continuavam a trabalhar a tempo inteiro o ano todo após os 10 anos.

Ou seja, as escolhas femininas levam a que ela vá perdendo terreno em relação aos homens quando se fala em remuneração.

Por fim, convém não esquecer o tipo de trabalho que as mulheres escolhem e o tipo de trabalho que os homens escolhem. As licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há "descriminação".

Mas isso é falso.

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia - ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

(Quantas mulheres querem trabalhar nas minas? Quantas mulheres querem trabalhar nas docas?)

Paralelamente, os homens não são responsáveis pelo facto dos empregos de engenharia serem melhor remunerados que os empregos em torno de artes gráficas. É a própria estrutura da realidade que produz essa distinção salarial. Ou as feministas realmente acham que um licenciado em engenharia aeronáutica deveria receber o mesmo que uma licenciada em "Estudos Femininos"?

. . .

Infelizmente esquerdistas como o José Pureza não se interessam por dados e factos visto que isso perturba a sua ideologia. É mais fácil propagar mentiras e meias-verdades do que usar a lógica e a razão.

O que é mais perturbador é que uma pessoa assim tem a possibilidade de usar o púlpito universitário para indoutrinar uma nova geração de homens e mulheres em favor das mentiras feministas. Mas, claro, só se deixa enganar quem não se informar.


publicado por Mats às 14:03 | comentar | ver comentários (1)
09
Mar 12

Terroristas muçulmanos decapitam rapaz acusado de "espionagem"


Ficamos a saber através da UPI que o corpo dum rapaz alegadamente decapitado pelo grupo maometano terrorista por motivos de espionagem foi encontrado na passada 5ª Feira no norte de Mogadishu.

Os residentes de Gal-galato (área fortemente controlada pelo grupo al-Shabaab) afirmaram (em anonimato) que o rapaz foi morto por se suspeitar que ele fazia espionagem contra os militantes islâmicos.

O grupo ainda não emitiu qualquer tipo de comunicado oficial.

publicado por Mats às 22:01 | comentar

Acabou o sofrimento da mulher muçulmana


Pelo menos a julgar pelas conclusões dum grupo focado na condição da mulher.

A Comissão pelo Estatuto da Mulher das Nações Unidas (CEM) termina hoje a sua sessão anual e espera-se que ela aprove uma resolução condenando Israel pela deterioração das condições de vida das mulheres palestinas, ao mesmo tempo que nada diz do tratamento que as mulheres recebem um pouco por todo o mundo islâmico - especialmente na guerra civil que decorre na Síria.

A sessão de hoje vai incluir resoluções em torno de assuntos como "a mulher e os desastres naturais", "mulheres reféns", "mulheres, raparigas e a SIDA", e "a mortalidade entre as mulheres". Não há notícia de que assuntos semelhantes mas em torno dos homens sejam discutidos num futuro próximo.

No entanto. espera-se que o painel emita uma resolução determinando que "a ocupação israelita" - incluindo os territórios de Jerusalém Este - é o principal obstáculo para a melhoria da condição da mulher palestina.

O painel, que inclui representantes de 45 países incluindo Israel, é considerado como um dos mais activos e respeitados da ONU.

Respondendo à decisão de condenar Israel, o enviado de Israel para as Nações Unidas Ron Prosor afirmou à Haaretz que "o concílio eleva ainda mais os níveis do absurdo e do cinismo."

* * * * * * *

Portanto, o Estado Judaico de Israel é responsável pela condição da mulher palestina. Eis aqui uma lista de incidentes que sem dúvida são da responsabilidade de Israel:

Segundo a ONU, este tipo de incidentes recorrentes em todo o mundo islâmico, são da responsabilidade de Israel quando ocorrem na "palestina". Em alguns países muçulmanos as mulheres nem podem sair de casa sem estarem acompanhadas, no entanto a ONU condena o único país do Médio Oriente que trata as mulheres muçulmanas como seres humanos.

Alguém tem dúvidas que a ONU trabalha para o esquerdismo e para o bloco islâmico?


publicado por Mats às 21:13 | comentar | ver comentários (2)

Diferenças salariais: o que o movimento feminista não diz


Toda a história em volta dos motivos que levam a que os homens tenham ordenados superiores às mulheres deveria incluir coisas como os homens levarem a cabo os trabalhos mais perigosos, os homens estarem mais dispostos a trabalhar durante maior número de horas e os homens estarem disponíveis para ir trabalhar para outras zonas se necessário.

No entanto, outra coisa que se deve incluir é o facto dos homens realizarem os empregos mais exigentes e as mulheres livremente escolherem levar a cabo outro tipo de actividades profissionais.

DegreesDegrees
Metodologia
integral
Portanto no topo da escala salarial americana (e provavelmente mundial) temos profissões que envolvem a engenharia, a matemática, a física e a ciência computacional.

A Business Insider tem uma versão ligeiramente diferente:


E eis aqui a lista das licenciaturas pior remuneradas:

Agora analisem bem os dois quadros e considerem o seguinte: em qual dos dois os homens estão em maioria? Em qual dos dois o número de mulheres é em maior proporção?

Exactamente.

Não só as mulheres estão vastamente sob-representadas nos empregos em torno da engenharia, como estão vastamente sobre-representadas entre os empregos em volta da psicologia social e afins.

Ou seja, as licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há "descriminação".

Mas isso é falso.

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia - ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

(Quantas mulheres querem trabalhar nas minas? Quantas mulheres querem trabalhar nas docas?)

Paralelamente, os homens não são responsáveis pelo facto dos empregos de engenharia serem melhor remunerados que os empregos em torno de artes gráficas. É a própria estrutura da realidade que produz essa distinção salarial. Ou as feministas realmente acham que um licenciado em engenharia aeronáutica deveria receber o mesmo que uma licenciada em "Estudos Femininos"?

O importante a reter aqui é que as escolhas pessoais determinam o rendimento de cada sexo. Os homens são melhor remunerados porque fazem trabalhos mais exigentes.

Se amanhã de manhã as mulheres abandonarem os seus empregos e escolherem fazer aquilo que, de acordo com as evidências, mais desejam fazer, isto é, ficar em casa junto dos filhos, no dia seguinte os empregos seriam preenchidos por homens dispostos a fazer o mesmo trabalho. A sociedade continuaria como se nada tivesse acontecido.

No entanto, se os homens abandonarem os seus empregos de engenharia, matemática, informática e relacionados, e passarem a ser o "sr dono de casa", as mulheres escolheriam não fazer o trabalho que eles fazem. A sociedade entraria em colapso e seria o fim.

Quando as feministas falam em "diferenças salariais" (que existem) elas estrategicamente deixam de fora factores importantes como horas de trabalho, tipo de trabalho e produtividade. Focar-se só nos aspectos que deturpam os verdadeiros motivos das distinções na remuneração demonstra que o feminismo não se interessa pela verdade.

Obviamente que se isto é assim, então esta ideologia tem que ser resistida a todos os níveis.


publicado por Mats às 19:51 | comentar
08
Mar 12

Consequências "inesperadas" da primavera árabe

Inesperadas, se tu fores um esquerdista ignorante.


O JPost reporta um estudo onde se lê que que após a "primavera árabe", o anti-semitismo (socialmente identificado como ódio aos Judeus) diminuiu aumentou. Esta é a conclusão a que o ministro da Diplomacia Pública e Assuntos em Torno da Diáspora Yuli Edelstein chegou, num estudo que será submetido ao governo.

O estudo, escrito por escolásticos da " Kantor Center for the Study of Contemporary European Jewry" da Universidade de Tel Aviv, revela:
Embora o levantamento popular no mundo árabe não representem uma modificação geral da atitude dirigida a Israel, ao sionismo e aos Judeus, parece que o discurso e o incitamento anti-semita tornaram-se mais extremistas e violentos.

Acusações duma conspiração judaica internacional têm sido têm sido tema central da propaganda anti-semita que acompanhou os levantamentos da primavera árabe.

Este tema tem recebido ênfase em cada um dos países especialmente na forma como o dedo tem sido apontado a Israel, ao Sionismo e aos Judeus como agentes de conspiração contra os árabes e os muçulmanos.
Alguém esperava que eles mudassem em 6 meses, quando não o fizeram em 1400 anos?
publicado por Mats às 16:02 | comentar

Feminista Maria Helena Santos: Matar bebés é um direito da mulher

Uma das tácticas bem sucedidas do movimento revolucionário consiste em inverter o enquadramento duma discussão de modo a que resistência a ela seja catalogada de "privação de direitos".

Por exemplo, os activistas homossexuais alegam que os seus "direitos" estão a ser limitados quando lhes é proibido trazer para o seio da sua confusão sexual crianças inocentes ("adopção" homossexual). Mas isso é falso porque o "direito" homossexual de adoptar crianças é uma engenharia social recente.

O mesmo com o "casamento" homossexual; isso não é uma "violação dos direitos" dos homossexuais uma vez que nenhuma sociedade da história humana alguma vez colocou o "casamento" homossexual ao mesmo nível do casamento natural.

Através do blogue feminazista "Feministas sem Fronteiras" ficamos a saber que existe um "direito" a abortar.

Passam já 5 anos desde que, no referendo de dia 11 de Fevereiro, o «Sim» ganhou e se despenalizou a Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).
O "Sim" ao esquartejamento de bebés ganhou . . . . entre os menos de 50% das pessoas que foram votar.
Mas ainda há hospitais que se negam a realizar a IVG, como o Fernanda Fonseca (Amadora-Sintra), São Francisco Xavier, Évora, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Torres Vedras.
Obviamente. Nem todas as pessoas são obrigadas a pactuar com prácticas com as quais estejam em desacordo. Aparentemente a Helena Santos não confere liberdade de consciência a quem discorde com a matança de seres humanos.
Ainda há entraves burocráticos nos centros de saúde, por exemplo, no encaminhamento para as consultas prévias. Durante este processo, por vezes, o pequeno prazo estipulado de 10 semanas é ultrapassado e as mulheres vêem negado o seu direito à IVG e são arredadas para o espaço da punição e da clandestinidade.
Oh, que horror!

Passadas que estão as 10 semanas que a lei não constitucional permite que um ser humano seja morto, a mulher, desesperada e sem nenhuma alternativa não aborcionista, vê-se "forçada" a recorrer à clandestinidade como forma de esquartejar o seu próprio filho.

Claro que a mulher tem SEMPRE outra alternativa.

Mas esta alternativa não vale. O que a Maria Helena Santos realmente quer é isto:

A infanticida acrescenta ainda:
Os direitos não podem ter prazos de validade e nós não queremos continuar a ser cidadãs de segunda, vendo as nossas vidas decididas pelo Estado ou por qualquer cardeal.
Esses "direitos" expiram passados que estão 24 horas? O que é que muda entre as 9 semanas, 6 dias, 23 horas , 59 minutos e 59 segundos para as 10 semanas? O ser humano que se encontra no ventre é o mesmo. Se se pode matar às 9 semanas, porque não às 11 semanas?

Curioso que a Helena não queira ser "cidadã de segunda" por não poder matar o bebé que está a ser gerado no útero, mas o bebé em si já pode ser cidadão de segunda ao ver-lhe negado o direito de viver - direito que a Helena teve mas que não quer que outros tenham.

É a Helena e a sua tribo de feminazistas quem decide quem deve viver e quem deve morrer.Outra coisa que convém notar é que o Estado já decide sobre a vida de outros. Se assim não fosse, o Estado nojento não estaria a usar dinheiro público para esquartejar bebés.

a prevenção faz-se através do planeamento familiar gratuito e universal e de uma educação sexual alargada à sociedade.
Pura estupidez. Não há a mínima evidência de que a "educação sexual" esquerdista reduza o aborto. Pelo contrário, quanto mais "educação sexual" é fornecida, mais abortos ocorrem.

Claro que se a Helena realmente quisesse diminuir os abortos (que faz tanto sentido como "diminuir a escravatura" ; isto são coisas que tem que ser terminadas e não "diminuídas"), ela seria a favor da sua ilegalização visto que a legalização apenas aumentou com a morte de bebés através do aborto.

A Helena não quer diminuir com os abortos: ela quer aumentar os mesmos. É por isso que ela quer que mais hospitais levem a cabo essa práctica mortífera, mesmo que isso viole a sua consciência moral. O importante é matar bebés.

A crise não pode ser uma desculpa para taxar direitos nem para os retirar.
Matar bebés não é um "direito".
Não podemos deixar em mãos alheias o destino que queremos dar ao nosso corpo e à nossa vida.
Mas pode-se deixar em mãos alheias o destino que se quer dar ao corpo do bebé e à sua vida.
O bebé não faz parte do corpo da mulher. Isso é um facto. O bebé está dentro do corpo da mulher.

Falar em "destino que queremos dar ao nosso corpo" é uma mentira descarada visto que se o bebé pode ser morto por se encontrar no útero materno, então eu posso matar impunemente quem quer que se encontre na minha casa. "Minha casa, minha decisão".

A lei do aborto tem de ser uma lei que nos sirva, a nós mulheres
Típico egoísmo feminista. Essa lei tem que servir às mulheres feministas, mesmo que isso envolva matar bebés inocentes. A sociedade tem que se curvar perante as exigências feministas sob pena de ser qualificada de "machista".
e não uma que sirva apenas os interesses económicos, impondo modelos éticos, de família, de maternidade.
Não se pode impôr "modelos éticos, de família, de maternidade" às aborcionistas, mas elas podem matar a vida que se encontra no seu útero. Faz sentido.

Por isso, no dia 8 de Março, afirmamos a nossa posição e dizemos:
«O aborto é um direito.»

Traz um papel/cartaz com esta frase e aparece 5ª-feira, dia 8 de Março, às 18:30h, para participar num Flash Mob, em frente à residência oficial do 1º Ministro.
Eis aqui a minha sugestão de cartazes que as feminazistas aborcionistas podem levar:


publicado por Mats às 13:00 | comentar | ver comentários (3)
07
Mar 12

Violência doméstica: mãe que afogou filho de 2 anos condenada a 18 anos de cadeia

A Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa anunciou esta quarta-feira a condenação a 18 anos de prisão uma mulher que afogou o filho de dois anos numa ribeira em Rio de Mouro, Sintra.

O julgamento, que decorreu, no Tribunal de Grande Instância Criminal de Sintra, foi alusivo aos acontecimentos de 29 de Novembro de 2010.

Na altura, as autoridades encontraram junto ao local a mulher de 24 anos com o filho, já sem vida, nos braços. Numa fase inicial, a mãe da criança acusou cinco homens de atirarem a criança para a ribeira, mas as investigações do caso acabaram por constituir a mulher como arguida, acusada de homicídio qualificado.

O JN noticia que a jovem foi depois julgada num tribunal de júri, a pedido do Ministério Público. Esta quarta-feira a pena de 18 anos de cadeia foi confirmada.

Fonte

* * * * * * * *

Como já foi dito várias vezes, a violência doméstica é um triste fenómeno que aflige pessoas e não mulheres. Homens, mulheres e crianças sofrem com a violência doméstica, mas as politicamente motivadas feministas (e os seus cúmplices estatais) moldam o discurso de forma a que fiquemos com a sensação de que só a mulher é vítima.

Mas isto está errado.

Se as feministas querem financiar a sua agenda politica, elas que se subsidiem a elas mesmas. Usar os mitos em torno da violência doméstica para pôr em práctica medidas que em nada diminuem a violência doméstica é algo condenável e deplorável.

Infelizmente, o Estado, na sua ânsia de aumentar a sua área de influência sobre as vidas alheias, aproveita-se da semântica feminazi para perpetuar mitos politicamente correctos.

O que eu achei "curioso" na reportagem de cima é a forma como esta mulher tentou colocar as culpas nos homens. E logo 5 homens.

Homens, os eternos culpados da violência levada a cabo pelas mulheres.

PS: O vídeo debaixo demonstra que a mulher é tão violenta como o homem.



publicado por Mats às 22:54 | comentar

Reconhecer o genocídio arménio como facto histórico é islamofobia


Segundo nos informa o Trend, o secretário-geral da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) Ekmeleddin Ihsanoglu condena a formalização em lei da proposta que visa criminalizar quem quer que negue o genocídio arménio levado a cabo pelos turcos no início do século passado.

Ihsanoglu afirma:

Esta lei contradiz os 3 principais fundamentos da democracia: igualdade, liberdade e irmandade. Esta lei é um sinal da crescente islamofobia.
Para além disto, o secretário-geral da OCI defende que esta lei é inaceitável, não-vinculativa, em desacordo com os factos históricos e contendo dualidade de critérios.

Depois de quase 8 horas de debate, o senado francês adoptou a medida. Cerca de 127 senadores votou em favor da lei enquanto que 86 votaram contra a medida.

. . . . . . . . . .

Obviamente que o genocídio dos arménios é um facto histórico amplamente documento. O motivo que leva os maometanos a negá-lo é o mesmo motivo que leva os esquerdistas a negar ou relativizar (ou mesmo aprovar) os genocídios comunistas.


publicado por Mats às 14:02 | comentar

O Marxismo Cultural Feminista de Bruxelas

Mais uma vez assistimos à omnisciente União Europeia a velar pelo equilíbrio das nossas sociedades, cheias de tendências obstinadas, que carecem de um tutor. Se já é banal assistirmos às regulamentações caricatas diariamente, desta vez elas trazem consigo os laivos do feminismo sedento de tratamento preferencial; referimos-mos assim às quotas por género.

Sendo uma das bandeiras sobejamente conhecidas nos últimos anos, sob alçada de recomendações internacionais, revela-se agora na União Europeia a ambição de punir empresas que não promovam mais mulheres nos cargos de administração de empresas.

Uma modalidade mais frequente das quotas por género é aquela que ganha terreno facilmente no âmbito da representação política, contando com a obrigatoriedade na Constituição ou na lei eleitoral de alguns países, como a Eslovénia, Bélgica e Franca, ou com a adesão voluntária por parte de alguns partidos, no caso de países como Alemanha, Noruega e Suécia.

Se este critério pode levantar muitas questões nestes casos, a aplicação de imposições e punições por parte de uma autoridade como a Comissão Europeia, atropelando instituições democráticas nacionais e imiscuindo-se nas decisões de empresas, revela-se ultrajante.

Os objectivos são agora declarados abertamente pela Comissária Europeia para a Justiça, Viviane Reding, que já em Setembro de 2011, num encontro de escolas de gestão afirmava:

Todos temos de contribuir para que os nossos talentos femininos considerem seguir esse percurso em primeiro lugar. Fico particularmente satisfeita com o envolvimento das escolas de gestão europeias neste processo. Tranquiliza me ver que o sector da educação está seriamente empenhado em atacar as raízes desta desigualdade.
O seu desejo tornado público passa pelo comprometimento das empresas em aumentarem o número de mulheres nos conselhos de administração, numa meta de 30%, até 2015, e 40% até 2020.

A Comissão Europeia autoproclama-se com autoridade para avaliar progressos de empresas que enveredem por este caminho para então ponderar medidas futuras caso o "progresso" registado não seja suficientemente satisfatório, derivando daí o seu plano implacável contra os tão tenebrosos constrangimentos que teimem em continuar.

Toda esta estratégia vem pisar as bases fundamentais de uma sociedade livre, numa economia de mercado pois começa, desde logo, por contrariar a igualdade de oportunidades.

A igualdade de oportunidades nada tem a ver com acertos falsificados de resultados; a igualdade de oportunidades é a completa abertura e liberdade, no ponto de partida, para fazer vingar as capacidades próprias sem interferência do Estado, num meio com constrangimentos próprios que são sentidos por todos e que irá premiar os mais aptos, incentivando os restantes a deslocarem-se para outras potenciais oportunidades.

Esta proposta (aliás, ameaça) de quotas é uma machadada na meritocracia quando ousa tentar corrigir a distribuição de mulheres e homens através do favorecimento das primeiras.

Considerando-as como grupo oprimido, parecem merecer agora um suposto "ajuste de contas" com a história, onde tudo é lícito, incluindo a redução de representação dos elementos do sexo masculino que tenham conquistado os seus cargos, revertida para o acréscimo falseado na percentagem feminina.

No caso de os empresários assistirem ao avanço desta proposta, ver-se-ão impedidos de continuar a escolher os seus colaboradores com base na produtividade de cada um e a promover o benefício mútuo. Estarão limitados na capacidade de concederem oportunidades aos indivíduos mais habilitados a aplicarem plenamente o seu esforço em determina função e, por outro lado, serão constrangidos a integrar elementos femininos numa condescendência que trabalha para cumprir as estatísticas.

Não é racional que um empresário não contrate mulheres e/ou promova uma das suas colaboradoras quando vê sinais de vantagem para a empresa e para os seus lucros. Da mesma forma, é lógico que as diferenças salariais decorrem da produtividade de homens e de mulheres e se existissem razões para deixar de se registar essa desigualdade, os empresários seriam os primeiros a decidir pela alteração, de forma a incentivar os mais competentes a continuarem a colaborar e não escaparem para outro contrato mais atractivo.

O que esta proposta vem preconizar mais uma vez é a proibição da discriminação, forma voluntária pela qual os indivíduos, de igual para igual, escolhem ou recusam associar-se a outros, consoante as suas preferências, necessidades, laços pessoais, etc...

O impedimento ao acto de rejeição/escolha pode afectar a própria harmonia social de associação pacífica ao contrariar o curso natural da organização e delegação de poder nas empresas e ao forçar o desmantelamento da ordem que o empresário definiu como útil.

Mas, acima de tudo, é um factor de desmotivação interna, obviamente ignorado pelo corpo europeu centralizado que define valores homogéneos à força, ditando prazos para consumar a sociedade perfeita.

A ideia de que é necessário procurar uma proporcionalidade estatística como ponto de equilíbrio é negar que existem desigualdades em consequência de diferentes características pessoais e de desempenho e pretende, somente, usar o discurso igualitário para fazer avançar legislação favorável, envolta na típica justificação de complexidade social que só a burocracia do Estado pode vencer.

Numa sociedade livre, cabe ao proprietário escolher contratações e demissões, no sentido que potencie mais a sua vantagem competitiva no mercado, enquanto o pretensioso discurso oficial do "longo caminho a percorrer" incorre somente em desperdícios ao tentar aplicar receitas contra a divisão do trabalho e diversidade voluntária.

As quotas por género, ao ignorarem indivíduos e circunstâncias concretas, no tempo e no espaço, soam como reparações de guerra que o sexo oposto parece estar obrigado perpétuamente a pagar.

"So far as Feminism seeks to adjust the legal position of woman to that of man, so far as it seeks to offer her legal and economic freedom to develop and act in accordance with her inclinations, desires, and economic circumstances—so far it is nothing more than a branch of the great liberal movement, which advocates peaceful and free evolution.

When, going beyond this, it attacks the institutions of social life under the impression that it will thus be able to remove the natural barriers, it is a spiritual child of Socialism.

For it is a characteristic of Socialism to discover in social institutions the origin of unalterable facts of nature, and to endeavour, by reforming these institutions, to reform nature"

Ludwig von Mises


publicado por Mats às 10:00 | comentar | ver comentários (2)
06
Mar 12

"Diversidade cultural" atinge casas de banho inglesas

Um dos benefícios do multiculturalismo é o de permitir que os contínuos (inglês: "janitor") da Universidade de Swansea (US) se mantenham ocupados, e, desde logo, assegurando assim os seus empregos. No entanto, parece que eles têm-se mantido demasiado ocupados.

Depois das mesmas terem sido encontradas num estado lastimoso, os responsáveis pela US colocaram sinais um pouco por todo o lado mostrando aos alunos a forma correcta de usar as instalações sanitárias

As imagens mostram a forma adequada - bem como a forma incorrecta - de usar a sanita.

Os responsáveis culparam as "diferenças culturais" por trás da forma como as casas de banho são usadas pelos alunos estrangeiros. Uma porta-voz pela universidade disse:

Os posters foram produzidos para lidar com as diferenças culturais que, infelizmente, estavam a causar danos e questões em torno da higiene.

A Universidade de Swansea é uma campus multicultural e os posteres informativos foram feitos de modo a serem usados tanto nas casas de banho masculinas como nas femininas.

Um dos estudantes disse:
A maior parte de nós considerou os posters como algo engraçado até que nos apercebemos que não eram uma anedota.
Esta última frase aplica-se que nem uma luva ao conceito do multiculturalismo no geral. A maior parte das pessoas provavelmente gosta da ideia do multiculturalismo até lhes ser dito o que realmente isso é, e qual é o seu propósito final - a destruição da coesão interna da superior civilização ocidental.

Perguntas dirigidas as multiculturalistas militantes que possam ler este blogue: não será etnocêntrico desta universidade insistir que os estudantes provenientes do 3º Mundo usem as instalações sanitárias segundo o conceito Ocidental de saneamento?

Não deveria esta escola "abraçar a diversidade" mesmo que isso implicasse ter instalações sanitárias semelhantes a países como a Libéria ou Coreia do Norte? Ou será que o multiculturalismo deixa de existir quando se fala no uso que se deve dar à sanita?

Coisas que se aprendem na escola primária nas sociedades normais, aprende-se nas universidades nas sociedades controladas pelo esquerdismo. Bem, pelo menos os alunos estão a aprender alguma coisa.


publicado por Mats às 14:06 | comentar

Israel usa hospitais para torturar muçulmanos

Aliás, é a Síria que usa hospitais para torturar a sua própria população. Se Israel fizesse algo remotamente parecido com isto, a ONU, os EUA e a Rússia bombardeariam o Estado Judaico.

Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.

..........

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.

"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.

publicado por Mats às 13:34 | comentar
03
Mar 12

Esquerdismo é mais importante que a segurança de crianças


A Europa vai ser destruída pelo seu esquerdismo. Isto é um facto. Não é possível este estado de coisas manter-se por muito mais tempo. Veja-se na forma distinta como os dois incidentes seguintes são tratados pela polícia inglesa.

Uma rapariga inglesa de 15 anos foi usada como objecto sexual por mais de 20 homens (muçulmanos) depois da polícia inglesa não ter feito nada para a proteger depois dela ter dito aos oficiais que estava a ser passada de homem para homem dentro da comunidade paquistanesa.

A rapariga em idade escolar, que alegadamente estava sob o controle dum proxeneta de crianças, trocava sexo por comida, vodka e dinheiro. O abuso ocorreu em casas, apartamentos, carros e táxis. Quando ela resistiu às instruções de dormir com estranhos, a adolescente deparou-se com a possibilidade de violência física ou ameaças de que a sua mãe haveria de saber de tudo.

Quando a menor se recusou a dormir com um homem logo após ter tido sexo com o seu companheiro, ela disse ter sido agarrada pelo pescoço, encostada a uma parede e chamada de "p--a branca".

Pensei que não tinha escolha. Depois de algum tempo eu passei a agir como se já não me importasse. Era como se já não fosse eu.
A rapariga é uma das 5 adolescentes com idades entre 13 e 15, da área de Rochdale, Greater Manchester, que alegadamente foram "preparadas" e depois sujeitas a uma série de ofensas sexuais levadas a cabo por numerosos muçulmanos num período de 2 anos.

Numa entrevista filmada de Agosto de 2008, a rapariga forneceu aos polícias um relato detalhado das ofensas sexuais cometidas contra ela por parte dum homem com 59 anos - que não pode ser nomeado.

(Só uma à parte: sempre que o perpetuador dum crime na Europa ou nos EUA não "puder ser nomeado", quase de certeza que é alguém membro duma comunidade "protegida" pelo esquerdismo.)

Continuando: a menina disse também que o homem a violou e a forçou a ter relações com outros homens. Um júri no "Liverpool Crown Court" apurou que os detectives falharam ao não agirem em conformidade com as suas alegações.

Entre o tempo que decorreu desde a gravação do vídeo até que a rapariga engravidou (5 meses mais tarde) a adolescente foi forçada a dormir com cerca de 20 muçulmanos.

. .

Portanto, a rapariga inglesa de 15 anos foi ignorada durante o tempo em que ela era violada por muçulmanos. Mas quando se fala em crimes sérios do tipo, protestos à porta de lojas cujos donos são muçulmanos, podemos ter a certeza que a polícia e os seus patrões marxistas irão disponibilizar todos os recursos possíveis para proteger os seus preciosos muçulmanos.

Os polícias de Greater Manchester afirmaram que os oficiais "estavam bem cientes das tensões que vieram a lume devido ao caso judicial decorrente em Liverpool". Um dos polícias disse que significante força policial estaria presente durante as semanas seguintes. O mesmo apelou à comunidade para agir de forma responsável "durante esta altura de dificuldade".

O Superintendente Chris Hankinson descreveu alguns dos incidentes envolvendo as lojas como "inaceitáveis". A polícia está agora a verificar as imagens CCTV como forma de levar a cabo algumas prisões.

Quero assegurar as comunidades Heywood e Rochdale que uma maior presença policial estará nas estradas durante os próximos dias como forma de impedir a repetição das cenas de ontem à noite.
Hankinson afirmou ainda que a desordem não haveria de forma alguma fraccionar a longa história de parceria e coesão comunitária.

* * * * * * * * * *

Quando a Europa for destruída e os Cristãos e todos os moradores locais - que amam e defendem a superior civilização Judaico-Cristã - sentarem os culpados em cadeiras de tribunal, não serão só os policiais que estarão lá, mas todos os traidores que deixaram que meninas (menores) europeias fossem violadas de forma impune por muçulmanos. Os culpados são jornalistas, políticos, artistas, professores e todos as bestas que se calaram perante a ocupação e nada fizeram para soar o alarme.

A questão aqui não é racial mas sim ideológica: não há relatos de problemas com hindus, nem se ouve dizer que grupos de budistas abusou sexualmente de meninas com 15 anos.

Os traidores esquerdistas (marxistas culturais) preferem manter a ilusão do multiculturalismo do que perturbar a mitológica "coesão comunitária". Nunca vai haver "coesão comunitária" onde quer que haja maometanos porque a sua ideologia tem um ódio palpável a todos os que o seu livro sagrado identifica como "kuffar".

Em caso de dúvidas, perguntem a todas as minorias que vivem nos países islâmicos.

publicado por Mats às 21:00 | comentar

Nancy French não entende o porquê dos homens evitarem o casamento


A Nancy French questiona-se sobre as coisas que o casamento podem oferecer aos homens, e decide que algumas alterações terão que ocorrer se se quiser levar os homens a considerar o casamento como algo que faz parte do processo normal e antecipado da idade adulta:
Os pais têm que parar com os divórcios por motivos frívolos. Muitos homens que hoje têm 20-30 anos são o produto destes divórcios e como tal, não possuem exemplos de vida. Eles podem estar em busca de amor mas não sabem o que procurar. [...]

Segundo, temos que fazer recuar a mensagem que os boomers enviaram às jovens mulheres em torno do empoderamento feminino. De facto, não é coincidência que as taxas de casamento tenham caído a pique lado a lado com o fascínio americano pelo movimento feminista.

Dar poder às mulheres, tal como definido pelas feministas, não é libertador para as mulheres e nem aproxima os casais. Apenas os separa. Foca-se na mulher como vítima perpétua do Grande Homem Mau.

Porque é que um homem se casaria quando ele é classificado de "porco sexista" mal diz "Olá" ? No espaço de algumas décadas as mulheres conseguiram demover os homens de protectores e providenciadores respeitados para pessoas desnecessárias, irrelevantes e dispensáveis.

Mudar estas coisas não alteraria o estado actual do casamento. O que se passa não é que os homens não sabem o que querem. Eles sabem o que querem; o que se passa é que não estão a encontrar o que procuram.

Além disso, não é o facto de serem classificados de "porcos sexistas" que desmotiva os homens para o casamento, mas sim a garantia de sujeição económica e a inaceitável elevada possibilidade de perder a sua casa, as suas poupanças, os filhos e ver o lucro líquido futuro a reduzir.

Dentro do sistema legal onde segundo a lei ele não só não tem qualquer tipo de protecção, como pode até ser forçado para fora de casa tendo como base uma falsa acusação, é absurdamente irresponsável recomendar o casamento aos homens.

O casamento é extremamente importante para a estabilidade e sobrevivência da sociedade, mas a forma legal actual do casamento é maligna e deleteriosa para a sociedade, para os homens, para as mulheres e para as crianças.

Basicamente, a única entidade que fica a ganhar com o feminismo é o Estado - precisamente aquele que apoia o feminismo com dinheiro público.

Para se vêr o quão tóxicas as mulheres sob o efeito do feminismo se tornaram, considerem-se os seguintes relatos:

Em Lisboa, dois jovens enfermeiros casam após a conclusão dos respectivos cursos. O pai do jovem, trabalhador de classe média, num arrojo de amor paternal pelo seu filho disponibilizou as poupanças do sacrifício da sua vida, e ofereceu ao seu filho um apartamento em Telheiras (zona cara da cidade de Lisboa).

Pouco depois do casal ter dois filhos, a esposa inicia uma relação adúltera e um dia, quando o marido saiu de casa para o serviço, trocou a fechadura da casa! Ao marido, sem família, sem os seus filhos e sem os seus haveres restou alojar-se num quarto de pensão.

No divórcio o tribunal decretou, à revelia deste homem, que a senhora ficaria com a tutela dos filhos e, por consequência, com a casa para os criar.

A este homem, cujo pai lhe tinha oferecido uma casa numa zona central e luxuosa de Lisboa, após a humilhação, espoliação e perda de contacto com os filhos, restou ir viver solitariamente para um bairro da periferia da cidade ficando com os encargos da casa, da mobília e pensão de alimentos que o tribunal decretou para os seus filhos.

Isto é o que as feminazis qualificam de "igualdade". É com este tipo de mulher feminista que os homens têm que forçosamente que se casar?

Em Portugal ocorrem cerca de 20,000 divórcios por ano. Desses 20,000, 80% são iniciados pela mulher. Isso ocorre porque as mulheres sabem que, em caso de divórcio, não só o seu estilo de vida vai ser mantido, como lhe vai ser entregue a tutela dos filhos e lhe vai ser conferida uma injusta pensão alimentar proveniente do mesmo marido cuja companhia ela dispensa, mas cujo dinheiro ela deseja.

Eis outro exemplo, este de um extracto mais baixo da sociedade:

Um homem vivia nos arredores de Sacavém e trabalhava numa empresa metalúrgica em Alverca (ambas localidades da periferia de Lisboa). Vivia só numa casa modesta e acolhedora, que era de sua propriedade.

Conhece uma senhora solteira e com um filho e inicia uma vida com ambos em união de facto. Quando um dia, após uma confraternização de amigos, este homem chega a casa embriagado, a senhora aproveitando-se do seu estado de embriaguez extraiu-lhe a chave de casa e lança-o na rua. Literalmente na rua!

Este homem, sem outra possibilidade, passou a abrigar-se sob um viaduto do auto-estrada do Norte. O tribunal decidiu que, tendo a senhora um filho menor, ficaria ela a desfrutar da casa.

Ao homem restou o abrigo sob o viaduto, a consequente perda de condições físicas e de higiene para poder permanecer no seu emprego, o despedimento e a morte pelo frio no Inverno seguinte sob o mesmo viaduto.

* * * * * * *

Muitos outros exemplos poderiam ser listados, mas podemos ter uma ideia do que leva os homens a evitar a mulher ocidental como parceira de casamento. O ponto a reter é: existem motivos suficientemente fortes que levam os homens a colocar de lado o casamento.

Enquanto este sistema legal - sobre o controle feminista - existir, o casamento com a mulher ocidental vai ser sempre um risco muito grande, mesmo com as mulheres que aparentemente "condenam" o feminismo. O homem ou evita o casamento ou procura mulher noutra cultura.


publicado por Mats às 01:23 | comentar | ver comentários (3)
02
Mar 12

Nações Unidas: "Dêem-nos o controle da vossa água e da vossa comida. É só isso que pedimos"


Relatório ambientalista emitido por uma agência das Nações Unidas levou a que alguns críticos soassem o alarme, afirmando que o mesmo é um apelo a um "governo global" em torno da forma como a Terra é gerida.

O relatório, com o nome de “21 Issues for the 21st Century,” e proveniente da United Nations Environment Program (UNEP) Foresight Process, é o culminar dum processo deliberativo com a duração de 2 anos e com a participação de 22 cientistas.

Os cientistas que escreveram o relatório afirmam que o mesmo foca-se na identificação de "assuntos emergentes" no ambiente global, e que o mesmo não estabelece qualquer tipo de obrigatoriedade em termos de soluções.

Mas os críticos afirmam terem reparado num plano e numa agenda presente no relatório de 60 páginas, que apela a uma vistoria total à forma como a comida e a água são geradas e distribuídas - algo que o relatório afirma ser "urgentemente necessário" para que a espécie humana se continue a alimentar e hidratar de modo seguro.

Chris Horner, autor do livro "Red Hot Lies: How Global Warming Alarmists Use Threats, Fraud and Deception to Keep You Misinformed" ["Mentiras Vermelhas e Quentes. Como os Alarmistas em Torno do Aquecimento Global Usam da Decepção Para Te Manter Mal Informado"], afirma:

Isto nada mais é que utopianismo e promessas suplicantes como forma de obter "governo global", incluindo o que eles chamam de "novos arranjos governamentais" contendo "alianças entre grupos ambientalistas e outros grupos sociais".
* * * * * * * *

Onde estão os "negacionistas" que qualificaram de "fanáticos" e "conspiracionistas" todos aqueles que correctamente afirmaram que as Nações Unidas é uma organização construída com o propósito de governar os destinos políticos do mundo?

A teoria do aquecimento global, como demonstrado por este e este aquecimista, nada mais é que uma construção pseudo-científica que visa gerar um "calamidade" global que, obviamente, necessite duma "resolução" ao nível global.

Por isso é que as Nações Unidas absolutamente precisam de promover a teoria do aquecimento global; o aumento do seu poder depende disso.


Nações Unidas: Porque o poder centralizado nas mãos de esquerdistas
é a resposta para os nossos problemas.


publicado por Mats às 22:57 | comentar | ver comentários (3)

Governo britânico teme que evangélicos estejam a recrutar mulheres para serem suicidas bombistas

Desculpem. Disse "evangélicos"? Eu queria dizer "muçulmanos".

Como alegadamente todas as religiões são igualmente capazes de promover atentados bombistas e comportamento terrorista, é perfeitamente normal que eu tenha confundido evangélicos com muçulmanos.

Por isso é que é normal afirmarmos coisas como "Devem ter sido aqueles budistas outra vez" sempre que nos chegam notícias de mais um ataque terrorista.

* * * *

O The Sun reporta que alguns MPs do parlamento avisaram que o grupo terrorista muçulmano al-Qaeda está a tentar recrutar mulheres como forma de usá-las para levar a cabo ataques suicidas no Reino Unido.

Segundo o relatório perturbador, a forma de recrutamento são os sites extremistas usados para radicalizar os "anjos da morte". O comité diz que teve acesso a evidências que demonstram que o grupo terrorista esta a focado em "usar mulheres para actos violentos".

Esta táctica já é suficientemente mortífera nos países islâmicos do Médio Oriente onde um crescente numero de mulheres palestinas se disponibiliza (ou é forçada a "disponibilizar-se" após ter trazido "vergonha" à família) para levar a cabo missões suicidas contra Israel.

O relatório dos MPs chega dias depois de 4 maometanos terem admitido terem planeado colocar bombas no "London Stock Exchange".

O tribunal "Woolwich Crown Court" ouviu como o gang - que tinha também o mayor Boris Johnson como um dos alvos - havia recebido uma lavagem cerebral por parte da ideologia pervertida de Anwar al-Awlaki - um dos muitos membros importantes da al-Qaeda que foram lançados na fornalha eterna após terem sido mortos por soldados americanos.

publicado por Mats às 16:02 | comentar | ver comentários (3)

É importante desmotivar a monopaternidade

"Eu consigo criar o meu filho sozinha. Quem é que precisa dum pai?"

Os filhos precisam dum pai porque, por melhor que a mãe seja, ela nunca vai ser um pai.

Um estudo levado a cabo na Austrália - em torno do comportamento dos rapazes que cresceram sem um pai - é elucidativo.

Os rapazes são mais inclinados para a violência se cresceram sem uma figura paterna. O estudo, levado a cabo pelo "Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research" na "Faculty of Business and Economics", verificou que a presença duma figura paterna durante a adolescência dos rapazes servia de força de controle em relação ao comportamento desviante e actividades de risco.

Embora se tenha determinado que a presença envolvente e interacção entre os pais (homens) e os rapazes é benéfica, não ficaram explicados os benefícios positivos que as crianças que cresceram com os pais obtêm.

A Professora Deborah Cobb-Clark, Directora de Melbourne Institute disse:

A sensação de segurança gerada pela presença dum modelo masculino na vida do jovem tem efeitos protectores na criança, independentemente do nível de interacção entre a criança e o pai.

Os pais não só fornecem exemplos masculinos às crianças, como podem influenciar as suas preferências, valores e atitudes - ao mesmo tempo que lhes fornecem uma sensação de segurança e aumentam a sua auto-estima.

A sua presença aumenta também o nível de supervisão paterna em casa, o que pode levar à redução do comportamento delinquente. [...]

O nosso estudo incluiu pais residentes e não-residentes, pais biológicos e pais adoptivos e a sua influência no comportamento adolescente. Descobrimos que os jovens envolvem-se em mais delinquência na ausência duma figura paterna nas suas vidas.

O comportamento das raparigas adolescentes tem uma relação menor com isto, o que pode ser atribuído aos menores níveis de assumpção de riscos presente entre as fêmeas.

Adicionalmente, verificou-se que pertencer a famílias com rendimentos mais elevados não resolve o problema associado à delinquência juvenil.

* * * * * * * * * * *

Rapazes que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo actividades mais violentas. Mais uma evidência contra a noção de que basta uma mãe para a criança ter um desenvolvimento emocionalmente estável.

Curiosamente, o estudo alega que as raparigas não são afectadas pela ausência duma figura paterna. Mas isso deve-se à métrica usada para se determinar esse dado: comportamento delinquente.

Quando os estudos alargam as variáveis mensuráveis de modo a incluir outro tipo de comportamento desviante, existe uma ligação muito forte entre o nível de promiscuidade da rapariga e a presença (ou ausência) dum pai.


As raparigas que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo comportamento sexual de risco do que as raparigas que cresceram com um pai ou com uma figura paterna.

Mulheres adolescentes com idades entre os 15 e os 19 educadas num lar onde não havia figura paterna são significativamente mais susceptíveis de se envolverem em sexo pré-matrimonial do que mulheres adolescentes que cresceram em famílias compostas por um pai e uma mãe.

(Billy, John O. G., Karin L. Brewster and William R. Grady. "Contextual Effects on the Sexual Behavior of Adolescent Women." Journal of Marriage and Family 56 (1994): 381-404.)

* * * * * * * *

Portanto, rapazes que crescem sem um pai tendem a ser mais violentos e raparigas que crescem sem um pai tendem a ser sexualmente mais promiscuas. Olhando para estes dados, não é lógico defender a monopaternidade como modalidade familiar saudável e aconselhável.


publicado por Mats às 03:16 | comentar | ver comentários (3)
29
Fev 12

Líbios contra o gayzismo

Delegado para as Nações Unidas do novo governo líbio afirmou perante um recentemente formado painel em torno dos direitos humanos que os homossexuais e outros grupos ameaçam a "reprodução da raça humana" - declarações que geraram uma condenação "firme" do dito painel.

As declarações, reportadas pela "U.N. Watch", chegam alguns meses depois da qualidade de membro do país ter sido restaurada no "U.N. Human Rights Council". A re-admissão foi feita depois do novo governo ter dado garantias de que os novos corpos directivos do pais não violariam os direitos humanos.

(Aparentemente ainda há muitas pessoas ingénuas nas Nações Unidas. Será que algum deles está familiarizado com o conceito de "taqqyyah" ?)

Apesar das "garantias" fornecidas pelo país, o representante governamental afirmou perante o painel - onde se discutia a violência baseada na orientação sexual - que lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros ou tópicos LGTB "afectam a religião e a continuação e reprodução da raça humana".

Fonte

. . . . . . . .

Os gayzistas das Nações Unidas certamente que terão o choque das suas vidas quando se aperceberem que a aversão natural que o ser humano tem em relação à homossexualidade (especialmente à sodomia) é mais forte nos países e nas culturas que eles promoveram como forma de reduzir a influência do Cristianismo no ocidente.

A diferença (fulcral) é que enquanto a crítica que os Cristãos fazem se limita à crítica filosófica e ideológica, os maometanos vão bem mais além do que meras palavras.


publicado por Mats às 16:02 | comentar
28
Fev 12

Gabrielle Shiner: "Escritoras feministas propagam pânico desnecessário"

Gabrielle Shiner lança duras críticas à feminista Naomi Wolf.

Há alguns dias atrás, na Newsnight da BBC, a escritora feminista Naomi Wolf alongou-se num discurso exaltado - e sem fundamento - sobre os perigos existentes com os implantes mamários. Só depois de ter despejado uma conjugação de argumentos em torno dos riscos médicos que ela diz estarem associados aos implantes mamários é que ela nos lembrou de dizer que não é uma cientista.

Como geralmente acontece quando as pessoas não têm a ciência do seu lado, a feminista recorreu à propagação do pânico como forma de compensar a sua falta de racionalidade, demonstrando as suas nobres habilidades como uma moralista condescendente.

Durante a sua aparência na televisão nacional, e em frente a uma audiência composta por mulheres que haviam recorrido à medicina para aumentar os seus seios, Wolf - autora do livro The Beauty Myth (o Mito da Beleza) - alegou que os implantes nos seios eram a causa de desordens no sistema auto-imunitário tais como a lúpus.

As suas alegações alimentaram um debate recorrente (em torno dos implantes nos seios) que teve início no início deste ano quando se descobriu que alguns implantes haviam sido feitos com silicone de classe industrial e não de classe médica.

Eu [Gabrielle Shiner] também não sou cientista mas eu sei como fazer a minha própria pesquisa. A Lupus Foundation of America, entre outras, claramente diz que, ‘não existem evidências científicas que demonstram uma relação causa-efeito entre implantes de silicone e lúpus.

Estudos mais demorados demonstraram que tais desordens no sistema auto-imunitário são igualmente comuns entre as mulheres sem implantes nos seios, removendo qualquer tipo de fundamento em torno da existência de relação de casualidade entre ambas.

Quando a ministra da saúde pública governamental Anne Milton tentou tranquilizar a audiência da Newsnight para a segurança dos implantes franceses, Wolf acusou-a de mentir às mulheres e de não ser competente para a sua posição.

O que aconteceu na Newsnight não foi uma passo firme para proteger as mulheres mas sim o reles uso de tácticas de medo contra as mulheres que querem alterar a sua aparência através da cirurgia plástica. Essencialmente, o que se encontra por trás deste debate sem sentido é o medo ridículo dos seios falsos tomarem conta dos aparentemente susceptíveis cérebros femininos.

Atiçar a histeria em torno dos implantes nos seios envergonha as mulheres e pressiona-as a rejeitar estes procedimentos tendo como base o medo e má informação e não a sua análise pessoal.

Naomi Wolf, e muitas outras incontáveis feministas, não só alegam estar num lugar moral superior, como se apresentam como as cavaleiras nas armaduras reluzentes que lutam para iluminar e pôr em liberdade as massas de donzelas ignorantes que internalizaram noções misóginas de beleza.

Mas não há nada de heróico em evitar um argumento racional e depender do bullying psicológico como forma de avançar uma agenda.

Naomi Wolf, e as outras, ficam histéricas com a ideia das mulheres serem socialmente impelidas a conformarem-se a um certo padrão de beleza. No entanto, estas feministas não se opõem ao conformismo das mulheres mas sim ao facto das mulheres se conformarem a padrões que as feministas não aprovam.

Não tendo motivos para justificar a sua posição moral em relação às outras, este ramo do feminismo recorre à fofoca amedrontadora e à retórica condescende como forma de manipular as mulheres e forçá-las a ajustarem-se à visão feminista.

Este tipo de feminismo inseriu toda uma narrativa de "exploração" em todo o espectro da vida cosmética. A cirurgia plástica, em particular, tende a ser usada como símbolo dos desastrosos efeitos da cultura misógina e não como situações onde mulheres pensantes e independentes recorrem a este procedimento pelos mais variados motivos.

Mas mesmo que acreditemos nesta história, onde é que traçamos um limite? Quando é que definir a nossa identidade estética e tentar ficar mais atraente se tornaram sinais de que os nossos cérebros foram totalmente dominados pelos homens?

As mulheres devem ser livres para tomar decisões por elas mesmas - e tratar os seus corpos da forma que elas queiram - sem enfrentar a raiva moralista do clã da Naomi Wolf. Qualquer pessoa que queira levar a cabo qualquer tipo de cirurgia deve-se inteirar dos riscos inerentes mas ser livre para exercitar o seu julgamento sem ser bombardeada com campanhas publicitárias sem fundamento proveniente de moralistas ultra-zelosas.

Em vez de descreverem as mulheres como incorrigíveis vítimas físicas e mentais da misoginia, as feministas deveriam deixar o histerismo para trás e tomar parte de debates racionais que respeitam os diversos valores das mulheres como indivíduos independentes.

[...]

A Naomi Wolf e o resto das elites femininas eruditas deveriam abandonar o papel de salvadoras e dialogar com as outras mulheres da forma inteligente e digna que nós merecemos.

* * * * * * * *

Mais um exemplo cabal que demonstra a natureza anti-mulher do feminismo. Curioso que ainda haja mulheres que se identificam com um movimento que lhes têm em tão pouca consideração.

Qual é o problema da mulher modificar o seu corpo (de forma saudável) de modo tornar-se mais atraente aos olhos dos homens? Desde quando é que querer ficar bonita para os homens é um sinal de "misoginia internalizada"?

É certo que uma desproporcional percentagem das feministas se identifica com o lesbianismo ("Feminism is the theory; lesbianism is the practice" - atribuída a Ti-Grace Atkinson), no entanto, a esmagadora maioria das mulheres, conscientemente ou não, busca atrair a atenção, o desejo e o carinho masculino.

Isto pode ser embaraçoso/problemático para as feministas (especialmente para as lésbicas) mas é algo que é fundamental para a continuação da espécie humana.

Portanto, esta demonização que as feministas fazem às mulheres que modificam o seu corpo segundo os gostos masculinos são contraproducentes e divisivos. Será que as feministas têm as mulheres em tão pouca consideração que não lhes reconheçam maturidade suficiente para tomar decisões em relação ao seu próprio corpo? Será preciso uma elite não-representativa para tomar decisões que são do foro pessoal?

Ou será o feminismo uma ideologia política que visa usar a mulher para atingir um fim político?

As feministas nunca foram tímidas em anunciar a destruição da unidade da família natural como um dos seus objectivos. Provavelmente a sua revolta perante comportamentos que aproximam os homens das mulheres faça parte do seu jogo de poder no seu plano de destruição da instituição mais importante duma sociedade funcional.

Símbolo que melhor descreve o feminismo.


publicado por Mats às 22:10 | comentar
26
Fev 12

O que é uma feminista patológica?


- Quer 100% do poder mas 0% da responsabilidade.

- Revolta-se contra todos os deveres de género das mulheres mas espera que os homens sejam fiéis aos seus.

- Gaba-se de não ser capaz de cozinhar ou limpar a casa (sem dúvida, um "feito notável").

- Orgulha-se mais do que não consegue fazer do que o que consegue fazer.

- Acredita que os homens e as mulheres deveriam receber exactamente o mesmo, embora os níveis de produtividade sejam distintos.

- Orgulha-se em adoptar estereótipos chauvinistas masculinos e comportamento javardo.

- Acredita que todos nós somos naturalmente andróginos.

- Acredita que o mundo seria melhor se houvessem mais mulheres nos lugares de chefia.

- Devido à insegurança que possui em torno da sua feminidade, nega todos os comportamentos de género e identifica-os como "construções sociais".

- Todos os seus relacionamentos são disfuncionais e condenados ao fracasso devido ao facto das teorias académicas entrarem em conflito com a natureza dos dois sexos.

- Equivale a feminidade com a fraqueza e a masculinidade com a força.

- Acredita que ser "forte" significa ser dominadora, inflexível, inconsiderada e pouco indulgente.

- Acredita que dedicar-se a sua carreira (escravatura do salário) é mais nobre e realizador que de dedicar-se à família (esposa/mãe).

- Valoriza mais o prestígio profissional do que o amor pessoal.

- Adia a maternidade durante anos - até a altura em que pensa "estar pronta" - só para descobrir que já não pode mais ter filhos.

- Vive para trabalhar; não trabalha para viver.

- Tem inveja das mulheres bonitas e tenta a todo o custo envergonhá-las.

- Tenta arrastar todas as mulheres para o buraco emocional que é a sua vida.

- É tipicamente lésbica ou perpétuamente solteira.

- Tenta preencher o vazio criado pelo ódio aos homens com compras, animais de estimação, doces, drogas, anti-depressivos, programas como "Sex And The City", fofoca, auto-actividades sem fim e equipamentos mecânicos para auto-gratificação sexual.

- Valoriza mais a independência solitária do que a dependência mútua.

- Nega a sua solidão ao mesmo tempo que tem a casa de banho cheia de comprimidos.

- Nunca está satisfeita, mas está sempre amarga e hostil com os homens.

- Foca-se apenas no pior que há nos homens - ao mesmo tempo que ignora tudo o que eles possuem de bom - como forma de racionalizar a sua misandria (ódio aos homens).

- Recusa ter qualquer tipo de responsabilidade pessoal e culpa os homens por todas as suas falhas.

- É extremamente egoísta, egocêntrica e auto-absorta.

- Quando se envolve nas forças militares, nos bombeiros ou nas forças policiais, exige receber a mesma remuneração que os homens recebem, embora faça testes físicos menos exigentes, seja salvaguardada de locais de maior perigo, trabalhe menos que os homens nos horários de maior criminalidade e seja mantida longe dos palcos de guerra mais sangrentos.

- Apercebe-se que os homens ocidentais estão a rejeitar as mulheres ocidentais, mas em vez de modificar o seu comportamento, tenta impedir que os homens tenham acesso a mulheres de outros países.

- O seu ego é maior que o seu coração.

- Coloca sempre as suas necessidades à frente das necessidades alheias.

- Acredita que a mulher pode ser tão promiscua como os homens, mas depois descobre chocada que os homens não gostam de mulheres promiscuas.

- Nunca se questiona sobre o que ela pode fazer pelos outros, mas sim o que os outros podem fazer por ela.

- Acredita que "o que é meu, é meu, o que é teu, é nosso".

- É sempre uma tomadora e nunca uma doadora.

- Acredita sempre que "a galinha da minha vizinha é melhor que a minha"

- Acredita que tu és responsável pela sua felicidade.

- Nega que as mulheres tenham uma atracção por homens violentos embora isso seja um facto auto-evidente.

- É uma queixinhas profissional, com licenciatura em misandria e bacharelato em complexo de vítima (mania da perseguição).

- Apela à "imunidade de vítima" sempre que possível como forma de negar ou rejeitar qualquer tipo de má conduta.

- Varia entre "forte e independente" e "vítima fraca e vulnerável" quando lhe é conveniente. A primeira é usada quando tenta justificar promoções ou acréscimo de poder. A segunda forma de pensar é usada quando alega ter sido "violada", ou vítima de "violência doméstica" ou como forma de justificar o seu comportamento criminoso.

- Não se importa em usar dualidade de critérios ideológicos, hipocrisia, inversões de lógica e contradições desde que isso jogue em seu favor e benefício.

- Combina os piores aspectos do estereótipo do comportamento masculino e feminino.

- Não quer igualdade de género mas sim supremacia feminina.

- Enquanto é jovem e bonita fica feliz por ter atenção masculina, mas quando os anos avançam e perde a sua beleza, fica chocada por descobrir que os homens continuam a gostar de mulheres jovens e bonitas.

- Os seus relacionamentos estão condenados ao fracasso desde o princípio.

- Acredita que impedir o acesso do pai aos seus próprios filhos é bom, desde que sirva os seus interesses egoístas.

- Envergonhada com o passado criminoso, violento, discriminatório e assassino do movimento feminista, inventa um novo termo ("femismo") para se distanciar das criadoras do movimento.

- Entra nos grupos de discussão masculinos como forma de encontrar homens que afirmam coisas que são rapidamente condenadas pelo resto do grupo e usa esses incidentes como representativos de todos os MRA ("Men's Rights Activists").

- Acha perfeitamente justo o ensino da misandria nas escolas públicas.

- Qualifica de "liberdade de expressão" os apelos à violência feitos pelas mulheres em relação aos homens, mas depois nega que esses apelos tenham sido feitos. Quando se confirma que os mesmos foram feitos, nega que os mesmos tenham alguma coisa a ver com o feminismo.

- Auto-qualifica-se de "defensora das mulheres", mas não condena o aborto selectivo - que mata mais mulheres o que homens - e nem defende mulheres conservadoras quando elas são vítimas de ataques provenientes de esquerdistas.

- Qualifica a civilização ocidental de "brutal" mas poucos ou nenhuns esforços faz para aliviar a genuína brutalidade a que está submetida a mulher muçulmana - e nem demonstra vontade em ir viver para outro tipo de civilização.

- Não vê problemas nenhuns em voltar os filhos contra o pai.

- Quando engravida de outro homem que não o marido, faz todos os esforços para não fazer o teste de paternidade.

- Quando o teste revela que o marido não é o pai, usa o sistema judicial para forçar o marido a suportar a criança de outro homem.

- Divorcia-se do marido - ficando com os filhos e com compensações financeiras provenientes do bolso do marido - pensando que os homens que lhe lançavam piropos no trabalho farão filas para ter encontros românticos com ela. Descobre - horrorizada - que os homens não estão interessados em mulheres que já demonstraram não ter vergonha em usar os violadores judiciais para abusar do marido.

- Depois de divorciada, vagueia de relacionamento em relacionamento (cada um mais problemático que outro), expondo as crianças a homens potencialmente perigosos e a um estilo de vida nada condigno duma mãe.

- Questiona-se se o divórcio foi uma decisão acertada, mas lembra-se que nada pode fazer em relação a isso porque o ex-marido já a trocou por outra mulher - mais nova e mais bonita que ela.

- Está destinada a morrer miserável, sem amor, sozinha (porque mais cedo ou mais tarde, os filhos apercebem-se que a mãe feminista não "joga com o baralho todo") e cheia de remorsos em relação às escolhas de vida.

Modificado a partir do original


publicado por Mats às 21:48 | comentar | ver comentários (6)

EUA: Muçulmano admite ataque a ateu. Juiz muçulmano rejeita o caso e fala das "alegrias do islão"

Ernest Perce V. (Pennsylvania State Director of American Atheists, Inc.) foi atacado por um maometano durante a sua participação nos festejos da noite da bruxas. Tendo ao seu lado o "Papa Morto Vivo", que não foi atacado por nenhum Cristão, Ernest estava mascarado de "Maomé Morto Vivo".

O ataque foi gravado em vídeo e o muçulmano admitiu o crime.

Este deveria ter sido um caso claro como a água, mas não foi isso que aconteceu. O acusado é imigrante e não sabia que as suas acções eram ilegais, ou que as representações de Maomé eram legais nos EUA. Acresce-se que o muçulmano alegou ter tido "necessidade" de mostrar ao seu filho de 9 anos (presente na altura) que ele estava disposto a lutar pelo seu profeta.

O caso foi para tribunal e, por "coincidência", o juiz Mark Martin é também ele um maometano. O que transpirou do caso foi, como seria de esperar sempre que há muçulmanos envolvidos no sistema legal ocidental e a decidir em favor do islão, surreal.. O "juiz" não só decidiu em favor do muçulmano, como ofendeu o sr Perce com um insulto e disse-lhe que, se ele estivesse num país maometano, ele seria executado.

Lembram-se da última vez que um juiz Cristão rejeitou um julgamento só porque o agressor era Cristão? Pois, eu também não.

Eis algumas das palavras do "juiz" dirigidas ao militante ateu:

Havendo tido o benefício de viver 2 anos e meio num país maioritariamente muçulmano, acho que posso falar um pouco da fé islâmica. Aliás, tenho aqui comigo uma cópia do Alcorão e desafio-o a mostrar-me onde é que ele diz que Maomé ressuscitou dos mortos. Acho que você fez uma má representação dos factos.
Esta declaração e este "desafio" são claramente distracções uma vez que o ateu nunca disse que Maomé ressuscitou dos mortos. A parada Halloween normalmente contém pessoas a usar as mais variadas máscaras e disfarces. Quantas dessas pessoas realmente esperam que as pessoas tomem as máscaras como genuínas descrições de factos históricos?

O juiz , com esta pergunta, desviou o foco da questão que é: há ou não há liberdade de expressão para usar uma máscara de Maomé nos Estados Unidos?"

Antes de você começar a fazer pouco da religião alheia, o melhor é inteirar-se da mesma; isto faz com que você parece um idiota (inglês: "dufus") e o sr [réu] tem razão.
Tem razão no quê? Em ter atacado fisicamente uma pessoa que usava uma máscara de Maomé? Com esta decisão, este juiz muçulmano está a colocar o islão na exclusiva posição de nunca poder ser alvo de críticas ou escárnio
Em muitos países árabes algo como isto seria claramente contra a lei.
Os EUA não são um país árabe, idiota.
De facto, nas suas sociedades, isto pode ser, e frequentemente é, punido com a morte.
Sim, e? O que acontece nas terras governadas por um código de lei criado nos desertos da arábia é irrelevante. O juiz foi designado para defender o sistema legal dum país ocidental e não dum país maometano.

Para cúmulo do ridículo, o juiz Martin ofereceu ao militante ateu uma lição em torno do islão.

O islão não é apenas uma religião, é a sua cultura. É a essência da sua existência.
Neste ponto, o falso juiz tem razão: o islão não é uma religião no sentido em que entendemos o Judaísmo ou o Cristianismo como uma religião. O islão é um código de vida que controla TODOS os aspectos da vida dum maometano: o que come, o que veste, com quem pode falar, o que falar, como falar, como tratar os inimigos, como escolher os líderes, etc, etc.

Essencialmente, o islão é uma camisa de forças que controla todos os aspectos da vida duma pessoa.

Eles rezam 5 vezes por dia em direcção a Meca de forma a que possam ser bons muçulmanos; antes de morrerem, eles tem que fazer pelo menos uma peregrinação a Meca - a menos que lhe seja dito que não pode por motivos de doença ou velhice . De qualquer forma, tem que se tentar ir lá.

A sua saudação é wa-laikum as-Salâm (é respondida por voz) que Alá esteja contigo.

De qualquer modo, é muito comum quando eles falam uns com os outros; é muito comum eles dizerem . uh . . isto é o que vai acontecer . . . é . . eles estão tão imersos nisto.

Blá blá blá..

Desde quando é que um "juiz" decide de acordo com os sentimentos do agressor (e sua cultura) e não de acordo com a lei?

Fonte

* * * * * * *

Isto é só o princípio da destruição do sistema legal através do islão. Esperamos agora que os militantes ateus se insurjam contra esta "decisão" do juiz e façam exactamente o mesmo tipo de esforços que fariam se o juiz fosse um Cristão.

Olhando para o passado recente, podemos ter a certeza que os militantes ateus vão ignorar este caso e focar-se no grupo religioso que de facto é perigoso para a sua agenda politica: os Cristãos.

publicado por Mats às 14:28 | comentar
25
Fev 12

O "evangelho" de Barnabas

Revisionismo histórico é algo que é endémico das ideologias esquerdistas. As feministas fazem-no, os activistas homossexuais também, os comunistas obviamente, e os maometanos dde igual modo.

Em relação a estes últimos, e porque estamos num blogue dedicado a essa temática, o seu revisionismo é maioritariamente construído de modo a validar a vida "profética" de Maomé. Isto é feito por diversos motivos, sendo o mais forte é o facto de Maomé não ter confirmado o seu chamado com a marca dos genuínos profetas: fazer profecias.

Sim, parece absurdamente óbvio para nós, que crescemos debaixo da influência Bíblica, que um profeta faça aquilo que lhe confere o estatuto de "profeta", mas os maometanos não levam isso em conta.

No entanto, sem esta forma de validar a vida de Maomé, os maometanos agarram-se a outra coisa que Maomé lhes ensinou: a alegada existência de "profecias" suas na Bíblia Hebraica e no Novo Testamento.

Munidos desta "revelação", os maometanos têm buscado na Bíblia actual (aquela que eles dizem estar "corrompida") os supostos versos que anunciam a vinda dum profeta árabe. Como seria de esperar, tais "profecias" fazem-se notar pela sua ausência. É aqui que surge o "evangelho" de Barnabas.

Antes de mais, convém notar que de facto houve um Cristão da igreja primitiva com o nome de Barnabas. Essa não é a questão. A questão é: "será que este 'evangelho' foi escrito por alguém próximo dos Discípulos? Ou será o mesmo uma falsificação?".

Este site demonstra de forma cabal que este "evangelho" é uma falsificação feita por muçulmanos a viver em Espanha durante a ocupação islâmica, No entanto, a parte mais interessante é que, para além do "evangelho" de Barnabas contradizer a Bíblia , contradiz também o Alcorão.

Portanto, os maometanos tem uma escolha a fazer:

  • * ou o "evangelho" de Barnabas está certo e o Alcorão está errado:
  • * ou o Alcorão está certo e o "evangelho" de Barnabas errado.

Contradições entre o "evangelho" de Barnabas e o Alcorão:

1) O Alcorão diz que os céus são 7 em número (2:29) mas o "evangelho" de Barnadas diz que são nove (178)

2) De acordo com "Barnabas", o homem tem liberdade de escolha (164). No entanto, o Alcorão diz que os homem só faz o que Alá quer que ele faça (Alcorão 76:30, 37:96, 17:13, 10:99-100).

3) Adão não foi o primeiro homem a ser circuncidado (23) mas sim Abraão.

4) De acordo com "Barnabas" (3), Maria deu à luz o Filho sem qualquer tipo de dor. Isto contradiz o Alcorão (19:23).

5) O Alcorão alega seguir a Lei Mosaica de "olho por olho, e dente por dente". Mas "Barnabas" diz:
  • "não superarás o mal com mais mal, mas sim com o bem" (81).
  • "Ai daquele que apela à vingança" (63).
  • "beija a mão daqueles que vos atacam e oferece presentes a quem te persegue e muito te aflige fisicamente" (64).
6) O Alcorão sanciona a poligamia, mas "Barnabas" não a tolera (115).

7) O Alcorão aprova o ensino da abrogação mas "Barnabas" condena-a (38).

8) O Alcorão condena o consumo de carne de porco mas "Barnabas" diz "aquilo que entra no homem não o contamina. O que contamina o homem é o que sai dele." (32).

9) "Barnabas" ignora de todo a existência do Profeta João Baptista (Yahya ibn Zakariyya).

10) Segundo "Barnabas", o Senhor Jesus nega ser o Messias. No entanto, no Alcorão, Jesus é o Messias. Pior que isso, "Barnabas" não sabe o que "Cristo" = "Messias" visto que nega que Jesus seja o Messias mas ao mesmo tempo inicia o seu "evangelho" da seguinte forma:
Barnabas, apóstolo de Jesus O Nazareno, chamado Cristo.
Segundo "Barnabas", portanto, Jesus é chamado de Cristo mas Ele não é o Messias. Apesar da sua óbvia familiaridade com a Bíblia, "Barnabas" não sabe que o hebraico do qual derivamos a palavra "Messias" tem o mesmo significado da palavra grega donde derivamos "Cristo".


Conclusão:

Uma vez que o "evangelho" de Barnabas contradiz o Alcorão, porque é que os maometanos o usam como suporte para a vida de Maomé? Será desespero? Ou é ignorância em torno do conteúdo do "evangelho" de Barnabas?

publicado por Mats às 23:54 | comentar

A destrutiva mensagem do movimento feminista

Mais uma mulher que descobre a genuína natureza do movimento feminista.

O Dia da Mãe pode ser doloroso para as mulheres sem filhos. Ansiamos ler os cartões floreados, exclamar sobre pacotes misteriosos e enterrar os nossos narizes em bouquets acetinados. Claro que fico contente quando a minha afilhada se lembra de mim todos os anos e me envia chocolates.

Mas mesmo assim eu olho para trás na minha vida e pergunto "Miúda, o que é que te passou pela cabeça?"

O que é que te passou pela cabeça quando te tornaste tão envolvida no movimento feminista ao ponto de aceitares todos os aspectos da propaganda?

O que é que te passou pela cabeça quando começaste a olhar para a gravidez como um problema e não como uma bênção?

E quando te viraste para a suposta solução feminista do aborto?

O que é que te passou pela cabeça quando saltaste para dentro da carruagem "sem-filhos-por-escolha"? A propósito, essa agenda recebeu o nome de "livre de crianças" - algo que implica um delicioso estado de desembaraço existencial.

Vamos ser honestos: a vida sem crianças significa um vazio nos nossos corações. Significa também que não recebes pequenos-almoços na cama durante o Dia da Mãe. Além disso, não tens a felicidade de ser anfitriã de festas lotadas de crianças pegajosas ao mesmo tempo que o cão salta por baixo da mesa, esperando pelas sobras.

Sim, o vazio da vida sem filhos pode ser parcialmente preenchido com o amor de sobrinhos, sobrinhas e afilhados, mas nada pode substituir a genuína maternidade.

Quando era jovem, não me apercebi da perigosa mensagem do movimento feminista (que ainda ataca as mulheres de hoje). As feministas motivaram as mulheres a perseguir os seus sonhos - quer eles fossem na escola médica ou em torno de trabalho policial - mas havia uma actividade que era suposto as mulheres ignorarem. Essa actividade era colocar o casamento e a maternidade em primeiro ligar na vida e no coração.

Quando as mulheres estavam determinadas em ter filhos, as feministas diziam para aguentar mais um pouco - até ter o curso superior ou aquela promoção ou até ter aquele contracto com a editora. E se isto significasse esperar até aos 40, 45 ou 50 anos, tudo bem.

Quando as mulheres descobriram que a mãe natureza não se conforma com esta forma de pensar - e os seus níveis de fertilidade começam a descer a partir dos 30 anos - as mulheres ficaram chocadas.

Apesar de todas as cativantes mensagens do Dia da Mãe, as feministas ainda tentam incutir nas mães um sentimento de culpa.

Há anos que andamos a ouvir a semântica feminista: "tecto salarial", "segundo turno", "conjugação de responsabilidades", "guerra de mães", e assim por diante. Talvez seja a hora de parar com todas estas queixas e admitir a verdade.

Para um grande número de mulheres, a busca mais feminina de todas é ser mãe de alguém a tempo inteiro.


Mais uma mulher que caiu no engodo do feminismo e descobre, arrependida, que foi usada sem misericórdia por uma ideologia anti-mulher.

Sinceramente, quantos testemunhos destes as feministas actuais terão que ler antes de se aperceberem que estão a ser usadas por um grupo de homens esquerdistas?

Curiosamente, esses mesmos homens, que usam outras mulheres para espalhar entre elas que ter filhos é um "peso", há décadas e décadas fazem parte de famílias dinásticas numerosas.

Promovem o aborto em todo o mundo, mas as suas famílias vão crescendo e ficando cada vez mais fortes e poderosas à medida que os anos passam. A mulher comum, ávida defensora do feminismo, olha para estas coisas, mas não pára para pensar se há algo mais por trás do movimento feminista.

A Nova Ordem Mundial adora o feminismo porque quanto mais mulheres houver no mercado de trabalho, menos mulheres há a dar à luz, e menos pessoas haverá no mundo. Desde logo, mais fácil é controlar a humanidade.

Conclusão:

O feminismo é um movimento político que usa a psicologia da mulher para destruir a unidade familiar e a harmonia social. Os arquitectos do feminismo (homens) sabiam disso. Que pena que as mulheres actuais, ao contrário dum grande número de ex-feministas de décadas passadas, ainda não saibam.


publicado por Mats às 17:40 | comentar | ver comentários (2)
24
Fev 12

Idosa de 79 anos decapitada na Nigéria.

A AP reporta que a polícia nigeriana descobriu o corpo duma mulher Cristã de 79 anos ( do nordeste do país) com uma nota em árabe sobre o seu peito onde se lê
Dentro em breve vamos-te apanhar.

Este assassínio bárbaro levado a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, demonstra de forma cabal que os muçulmanos do Boko Haram estão determinados em acabar com a presença Cristã nas áreas do norte do país. Se fosse uma situação reversa - isto é, Cristãos a tentar acabar com a presença de muçulmanos numa área maioritariamente Cristã, sem dúvida que a reacção seria distinta.

Embora a polícia local "não saiba" ou não tenha qualquer suspeito imediato, as testemunhas culparam o ataque aos membros do em cima mencionado Boko Haram - grupo terrorista muçulmano que é responsável pela morte de - pelo menos - 350 só este ano.

A mulher decapitada foi identificada como Shetu Haruna Malgwi, uma Cristã a viver na cidade de Maiduguri no norte da Nigéria (onde os maometanos estão em grande número). Aparentemente os escravos de Alá atacaram a inocente mulher na Quarta Feira - um dia depois dela ter regressado a casa depois de ter recebido um tratamento à vista na cidade de Kaduna.

Estes cobardes muçulmanos cortaram o pescoço da pobre mulher antes de escreverem a nota com caneta vermelha. Segundo uma testemunha, Audu Ibrahim, a família da mulher acredita que a mensagem é dirigida ao seu filho, que é pastor numa igreja local - lugar onde a defunta de 79 cantava no coro.

O grupo Boko Haram, cujo significado na língua Hausa local é "a educação ocidental é proibida" , está a levar a cabo ataques cada vez mais sofisticados no seu esforço de implementar a lei sharia na Nigéria.

* * * * * * * * *

O conforto que nós como Cristãos temos da contínua matança de Cristãos levada a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, é que a mulher encontra-se agora na Glória Eterna com o Senhor Jesus, por Quem ela deu a sua vida preciosa.

Em direcção contrária - isto é, para o inferno - caminham todos os assassinos do Boko Haram e todos aqueles que servem o mesmo deus que se alegra com a matança de inocentes Cristãs.


publicado por Mats às 22:25 | comentar | ver comentários (1)
23
Fev 12

Jovem palestiniana presa dez anos na casa de banho

Uma palestiniana de 21 anos foi mantida pelo pai dentro de uma casa de banho ao longo da última década. Baraa Melhem garantiu que ele só a deixava sair a meio da noite, altura em que tinha de limpar a casa onde era mantida prisioneira.

A Autoridade Palestiniana recebeu uma denúncia anónima e resgatou a jovem da sua casa, na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia. O pai foi detido e entregue às autoridades de Israel, visto que é cidadão desse país.

A jovem disse a uma rádio palestiniana que o pai a trancou na casa de banho aos 11 anos, impedindo-a de frequentar a escola e de visitar a mãe, de quem ele se tinha divorciado.

Além de ser espancada, Baraa tinha apenas um cobertor para se aquecer na pequena divisão onde passou toda a adolescência.

O pai forçava-a a cortar o cabelo e as sobrancelhas. permitindo-lhe que tomasse banho apenas uma vez por mês. Além disso, segundo uma assistente social disse à Reuters, encorajava a filha a cometer suicídio.

Baraa Melhem manteve a sanidade com ajuda de um rádio que era o seu único contacto com o mundo exterior e encontra-se já a viver com a mãe.

Fonte

publicado por Mats às 16:02 | comentar | ver comentários (1)

Uma má decisão é o suficiente

Várias pessoas, incluindo Voltaire, Einstein, e Bertholdt Brecht foram creditados como os autores duma variação desta frase, mas independentemente de quem a disse primeiro, uma das formas mais eficazes de contemplar o infinito é levar em conta os limites da estupidez humana.

O comportamento desta mulher rica e aborrecida, casada há 18 anos, certamente que é informativo a esse respeito:

Em Setembro de 2005, numa explosão de estupidez espontânea e sem consultar nenhum dos meus amigos ou familiares, deixei o homem com quem estive casada durante 18 anos em favor de outro com quem tinha tido dois encontros.

Não fiz qualquer tipo de preparação e levei comigo muito poucos pertences.

Enquanto o Malcolm [o marido] estava fora, numa manhã, eu simplesmente preparei uma mala, deixei as chaves da casa perto duma carta onde explicava que o havia deixado por outro homem, e viajei até Londres, proveniente de Manchester onde vivia, e mudei-me para o apartamento do David.

Durante as primeiras 48 horas eu estava agitada devido a adrenalina. Adorava sentir paixão pela primeira vez em décadas e estava excitada como uma rapariga pelo início deste novo capítulo da minha vida.

Mas a minha alegria foi de pouca duração. No espaço de alguns dias comecei a pensar se o David e eu éramos certos um para o outro visto que as coisas não estavam a avançar como eu havia imaginado.

Descobri que o David tinha mau feitio e era bastante aborrecido. Perto do final da primeira semana apercebi-me que havia sido terrivelmente estúpida por ter abandonado tudo em favor dum homem que mal conhecia.

Ele passava o tempo a falar da sua antiga esposa e eu apercebi-me que a vida com ele seria viver à sombra duma falecida. Ele disse-me tudo sobre os seus amigos, o quão apoiantes eles eram, mas quando os conheci pareceram-me ser velhos, cansados e totalmente desinteressantes.

Mas o erro horrível estava feito - e era agora irreversível. Cinco dias depois de eu o ter abandonado, Malcolm trouxe para a nossa casa a sua nova namorada. Conheceu a mulher de 18 anos e do leste europeu num "internet café" dois dias depois de eu o ter deixado e agora ela é a sua namorada.

O velhote Malcolm sem dúvida que ficou a ganhar com esta "explosão de estupidez espontânea" da sua ex-mulher.

Numa semana ele encontra-se na fase relaxante da vida, agarrado a uma aborrecida e insuficientemente entretida mulher, mas na semana seguinte ele tem em casa uma mulher na ponto mais alto da sua beleza feminina - 32 anos mais nova.

Alfa.


Outra coisa que convém notar é a forma como os sentimentos foram seguidos sem a mínima análise critica. Uma das coisas que tenho notado na bloguesfera é a tendência tipicamente feminina de colocar sentimentos ao mesmo nível factos concretos na altura de tomar decisões importantes. Repare-se nestas frases:

Não posso dizer que estivesse apaixonada de um modo arrebatador [isto é, não SENTIA paixão] , mas depois de estar casada há duas décadas, eu não tinha qualquer tipo de experiência com os encontros romântico e sentia-me entusiasmada pelo facto de haver um homem a demonstrar interesse em mim. É de loucos eu sei.

. . .

Perdida nestes novos sentimentos, discuti com o David logo no nosso primeiro encontro mudar-me para o seu apartamento. Não sei quem inicialmente teve a ideia , mas tivemos mais um encontro e então decidi que tinha que tentar.

Este próxima é emblemática da psicologia feminina:
Não poderia ignorar os meus sentimentos. Os encontros com o David fizeram-me ver que o meu casamento estava morto. Eu precisava de sair, mesmo que isso fosse um erro.
Huh?! Ela precisava de tomar aquela decisão naquela altura, naquele momento, porque "sentia" que sim, MESMO que isso fosse a decisão errada (??). Impressionante. Agora imaginem uma sociedade controlada por pessoas que fundamentam a sua decisão em sentimentos, quer sejam mulheres ou homens. (Sim, porque infelizmente há um crescente número de homens que usa esta forma de pensar.)

Obviamente que os sentimentos em si são moralmente neutros. O que fazemos com eles é relevante

Voltando à história: a parte mais reveladora do artigo é aquela que mostra o que realmente conta para muitas mulheres:

Sentia saudades da casa grande, do jardim e odiava viver num quarto e dormir no sofá. Sentia saudades do conforto da vida de casada.
E saudades do Malcom? Aparentemente não sentia saudades nenhumas dele. Do conforto que ele providenciava, sim, mas dele como pessoa e homem, não.

Ah, a mulher moderna - forte e "independente".

Claro que nem todas as mulheres são "estupidamente espontâneas" como a Charlotte. Não só seria impossível de saber tal coisa, como seria injusto. O problema para os homens é que é muito, muito, difícil distinguir as "Charlottes" das outras mulheres.

Não é o mais seguro assumir que são todas assim até que ela o prove o contrário?

Com "saudades" do marido.

Modificado a partir do original


publicado por Mats às 14:06 | comentar | ver comentários (7)
21
Fev 12

O mal existe

O governo afegão afirmou recentemente que a polícia havia salvo 41 crianças de se tornarem suicidas bombistas quando estas estavam para ser transladadas através das montanhas até ao Paquistão.

Sediq Sediqqi - do governo - declarou durante um conferência de imprensa que crianças com idades entre os 6 e os 11 haviam sido libertas das garras de quatro insurgentes muçulmanos da área oriental da província de Kunar.

Ele disse que as suas famílias foram "enganadas pelos terroristas", que lhes garantiram que as crianças seriam enviadas para seminários onde elas levariam uma "lavagem cerebral" e "preparadas para levar a cabo ataques suicidas bombistas contra o Afeganistão e contra as tropas internacionais lá presentes".

A polícia prendeu os 4 suspeitos e retornou as crianças às suas famílias.

O governo afegão acusou as madrassas paquistanesas de ensinar extremismo violento e de apoiar violência islâmica - um legado do período 1979-1989 onde os afegãos receberam o apoio do governo americano e dos paquistaneses para se revoltarem contra a ocupação soviética.

Fonte

* * * * * * * *

Espero ansiosamente que os maometanos que tanto criticam aqueles que apontam o dedo acusador contra os assassinatos que os maometanos levam a cabo por todo o mundo se insurjam contra este tipo de actos.

Claro, eu assumo que os muçulmanos a viver confortavelmente entre os ocidentais qualifiquem de condenável o acto de usar crianças como "suicidas" bombistas.

publicado por Mats às 11:29 | comentar | ver comentários (1)

KGB Rapta Activistas Topless do grupo FEMEN – Tira-lhes a Roupa, Rapa-lhes o Cabelo e Deixa-as Nuas na Floresta

Três ucranianas do grupo feminista FEMEN foram alegadamente raptadas pela KGB da Bielorrússia antes de verem o seu cabelo cortado e serem abandonadas sem roupas nas florestas.

As activistas desapareceram na Segunda Feira da capital bielorrussa Minsk depois de protestarem contra o presidente Aleksandr Lukashenko em frente ao edifício da KGB.

A declaração do site do movimento diz:

A partir das 6pm - hora de Kiev - a ligação com as activistas da FEMEN perdeu-se. Uma hora depois, os seus telemóveis aparentaram terem sido desligados.
Mais tarde, uma das mulheres desaparecidas, Irina Shevchenko, conseguiu ter acesso a um telefone. A activista disse às colegas que haviam sido presas pela polícia e pela KGB na estação de comboio de Minsk, juntamente com mais duas activistas.
Fomos vendadas e colocadas num autocarro. Depois levaram-nos para a floresta e despejaram gasolina sobre nós e forçaram-nos a despir - ameaçando-nos que nos incendiariam ou nos esfaqueariam com as suas facas. Mais tarde usaram essas facas para nos cortarem o cabelo.
Depois disto, as activistas foram abandonadas na floresta, sem roupa e sem documentos. As raparigas fizeram uma longa caminha a pé até encontrarem ajuda numa pequena vila.

No seu blogue, a líder do movimento pediu aos locais para esconder as activistas da policia até que a embaixada Ucraniana conseguisse resgatá-las.

Fonte

* * * * * *

Tentei ver o vídeo mais embaixo sem me rir, mas não consegui.

Algumas horas antes estas feministas eram todas "corajosas" em "protestar" em topless contra Aleksandr Lukashenko. Agora, depois de literalmente despidas do conforto trazido pelo patriarcado opressivo, parecem bebés cujos brinquedos lhes foram tirados.

Os termos "forte", "segura" e "independente" ficam um bocado fora do contexto à medida que vêmos o vídeo.

O feminismo é isso aí: fachada. As feministas são "fortes e independentes" até que a realidade lhes atinja. Quando o conforto da sociedade que elas visam destruir lhes é tirado, a sua postura é totalmente destruída.

Atenção que a sua luta contra o presidente bielorrusso provavelmente até se justifica visto haver alegações de deficit democrático no país. A questão é elas quererem fazer esta luta sob a bandeira dum movimento político (feminismo) que está muito longe de ter qualquer tipo de superioridade moral sobre a alegada ditadura de Aleksandr Lukashenko.

Corajosa feminista protestando contra o presidente bielorrusso.

. .

Bebé chorão que descobre o quão duro é viver longe do conforto trazido pelo patriarcado opressivo.



publicado por Mats às 03:16 | comentar | ver comentários (7)